O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades
Enviada em 23/10/2020
Com a revolução técnico-científico-informacional, iniciada em meados do século XX, foi necessário um reajuste nos meios de produção, tal como a exigência de uma elevada especialização. Alude a isso as dificuldades da inserção de jovens no mercado de trabalho, não apenas pela desqualificação, como também em detrimento da mínima de incentivo aos estágios.
Consoante à Pesquisa Nacional por Amostra do IBGE, há mais desempregados do nível médio - cerca de 40% - e menos do nível superior - a baixo de 10%. Esses dados revelam o considerável desafio de engajar-se em um emprego, no cenário atual do país, uma vez que não haja capacitação crucial para executar os serviços. Dessa forma, nota-se a evidente indispensabilidade da formação técnica ou profissional daqueles de tenra idade.
Ademais, o problema de inserir a juventude em uma carreira de trabalho, ocorre devido ao baixo índice de políticas as quais viabilizem a experiência enquanto em processo de aprendizagem. Vale ressaltar, no entanto, o requisito de excelência do currículo por parte dos contratantes. Isso culmina na gritante desvantagem dos recém-formados diante dos peritos na área. Desse modo, torna-se vital tanto a qualificação teórica quanto a prática.
É inegável, portanto, que a falta de espaço para os jovens no mercado de trabalho é um cenário crítico que deve ser revertido. Nesse viés, urge que o Poder Legislativo promulgue leis que obriguem estágios nas empresas ao estabelecer uma ínfima dos aprendizes de 20% dos empregados de cada corporação. Através da união destas com as universidades, a fim de assegurar aos graduandos uma vaga de emprego, além de incentivar o ingresso de muitos no ensino superior