O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades
Enviada em 27/10/2020
De acordo com a Constituição Federal do Brasil, é dever do Governo assegurar a atual e às futuras gerações a necessária disponibilidade de empregos para os jovens da contemporaneidade. Entretanto, o não cumprimento dessa lei se torna evidente, visto que as empresas estão preferindo apenas funcionários com experiencias no mercado de trabalho e as inseguranças dos jovens pela transição do âmbito familiar para o ramo trabalhista. Torna-se simplório acreditar que o ramo de atividades trabalhistas para os jovens contemporâneos no Brasil não vem sendo negligenciado pelo Governo.
Em primeiro lugar, é indubitável que a questão do mercado de trabalho para o jovem contemporâneo no país e suas aplicações, esteja entre os fatores que atenuam o problema da falta de espaço trabalhista no Brasil. Nesse contexto, é importante enfatizar que o Governo não vem levando a sério que as empresas estão preferindo apenas funcionários com experiências no mercado de trabalho, sendo assim, negligente com a população brasileira, dessarte, influenciando em comportamentos inadequados contra os brasileiros, sendo indispensável uma ação contra tais atos.
Além disso, segundo o filósofo polonês Zygmunt Bauman, “não são as crises que mudam o mundo e sim nossa ação frente a elas”, desse modo, faz-se mister, ainda, salientar que o aumento de ciclos negativos repetitivos, ou seja, o imbróglio das inseguranças dos jovens pela transição do âmbito familiar para o ramo trabalhista na sociedade ao longo dos anos, como impulsionador da falta de conhecimento sobre tal ato no corpo social. Conforme o sociólogo Zygmunt Bauman, a falta de conhecimento das relações sociais, políticas e econômicas é a característica da “modernidade líquida” vivenciada no século XXI, assim sendo, uma produção fugaz, frágil e maleável como os líquidos. À vista disso, a plataforma digital Correio Brasiliense, divulgou uma pesquisa sobre como os jovens foram os mais afetados pela piora no mercado de trabalho, o estudo mostra que cerca de 14% de pessoas entre 15 a 29 anos perderam renda proveniente do trabalho entre 2014 a 2019, sendo uma ação que pode mudar rapidamente, pois nada é feito para durar, para ser “sólido”.
Destarte, entende-se essa questão como uma problemática cuja resolução deve ser imediata. Compreende-se, portanto, a necessidade de se combater a falta de preparo da sociedade brasileira. Contudo, cabe ao Ministério da Educação- ramo do estado responsável pela formação civil- inserir, nas escolas, desde a tenra idade, palestras sobre o mercado de trabalho, de cunho obrigatório em função da sua necessidade, além de difundir campanhas instrucionais, por meio das mídias de grande alcance, para que aja em busca de uma qualidade de vida melhor. Espera-se, com isso, que o Governo Federal possa contornar essas crises através dessas reações, para garantir a ordem e o progresso do Brasil.