O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades
Enviada em 11/11/2020
É fato que a inserção de jovens no mercado de trabalho tangencia o acréscimo do vandalismo e jovens em situação de rua. Contudo, é notório no Brasil os desafios da inclusão dos mesmos no setor terciário da economia. Essa conjuntura configura-se como um preocupante entrave para sociedade e governo na atualidade. Nessa lógica, alguns aspectos são decisivos para exacerbar a crise social, entre eles é possível identificar a negligência do Estado em meio a esta situação problema e também, a falta da democratização do mercado do trabalho. Destarte, é fundamental analisar as razões que tornam essa problemática uma realidade no mundo contemporâneo.
Em primeiro lugar, é importante ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater os desafios da inclusão dos jovens no mercado de trabalho. Sob perspectiva do filósofo São Tomás de Aquino, em uma sociedade democrática, todos os indivíduos são dignos e têm a mesma importância, além dos direitos e deveres que devem ser garantidos pelos Estado, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Nesse sentido, por causa da baixa operação das autoridades das autoridades, o crescimento gradual do vandalismo e jovens em situação de rua se mostra uma consequência em meio a este problema. Logo, a inserção de jovens em tal setor é de extrema eficácia para a erradicação da desigualdade social, isso não acontece no país, mesmo que a própria Constituição estabeleça isto. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa estrutura estatal de forma urgente.
Ademais, a ausência da democratização do mercado de trabalho também pode ser apontada como um importante promotor do problema. Segundo o art 3º da Constituição Federal de 1988- é dever do Estado erradicar as desigualdades sociais regionais. Partindo desse pressuposto, percebe-se que a falta de capacitação técnica dos jovens e a exigência das empresas de um currículo mais amplo. Logo, a exclusão dos jovens no mercado de trabalho e a não democratização de tal ação, se torna uma consequência dessa situação problema em meio a sociedade. Dessa maneira, é dever do governo brasileiro promover medidas que reduzam este impacto. Em suma, tudo isso retarda a resolução do empecilho, já que a ausência da democracia frente à inclusão dos jovens no mercado de trabalho contribui para perpetuação desse cenário caótico.
Portanto, são necessárias medidas capazes de mitigar tal problemática. Sendo assim, o Governo Federal como instância máxima de administração executiva, deve atuar por meio da modificação da lei de Diretrizes e Bases da educação, em que garanta a capacidade técnica em todas as escolas de ensino básico e médio. Além disso, o MEC junto ao M.T deve promover palestras com o objetivo de democratizar a inclusão de jovens no ramo do trabalho e abrandar as desigualdades sociais.