O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades

Enviada em 12/01/2021

O Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) é a principal porta de entrada para o ensino superior, que por sua vez, aumenta à medida que as chances do jovem se inserir no mercado de trabalho. Contudo, há vários desafios que esses encontram ao tentarem ingressar nessa nova fase da vida. Portanto, evidência-se o papel escolar e uma experiência prévia para a resolução desse entrave.

A priori, sabe-se a importância da escola na formação das pessoas. Desse modo, Segundo o sóciologo Émile Durkheim, a escola é responsável por introjetar no indivíduo as normas sociais, legais e comportamento que deve levar para o resto da vida, preparando- o, então, para as duas etapas sociais seguintes, o trabalho e o Estado. Nesse viés, precisa-se que as instituições escolares auxiliem os jovens a desenvolverem as habilidades nessesarias para o ingresso no mercado de trabalho e cultura um apresso aos estudos, já que uma sociedade hodierna exige cada vez mais de profissionais especializados. Assim, será possível mitigar os desafios enfrentados por eles.

Outrossim, a Lei da Aprendizagem determina que empresas de médio e grande porte contratem aprendizes equivalente a 5% até 15% do quadro de funcionários, ou seja, ela oferece uma grande oportunidade aos jovens. Nesse ínterim, é imprescindível que haja uma prática do que foi aprendido nas escolas, haja vista que de acordo com o filósofo John Locke, as pessoas são como uma “tabula rasa” e que uma experiência auxiliar na gravação do conhecimento. Assim, ter a oportunidade de ser jovem aprendido é importante pois o jovem consegue colocar em prática o que foi aprendido e será capaz de perceber uma dinâmica que é essa nova fase da vida e se beneficiário.

Em suma, o mercado de trabalho para o jovem contemporâneo apresenta dificuldades e oportunidades. Desse maneira, é mister que o Ministério da Educação, por meio das disciplinas, desenvolva atividades que ajudem na preparação dos jovens para o mercado de trabalho, com atividades em grupo, palestras e psicólogos, para que aumentem a autoconfiança, a responsabilidade e saibam confrontar novos desafios. Ademais, urge que o Ministério da Economia, por intermedio de parcerias públicas-privadas, ofereça mais benefícios, como a Lei da Aprendizagem, por exemplo, criando novos modos de inserção e diminuindo a burocracia, a fim de que aumente a quantidade de jovens empregados. Destarte, poder-se-á reverter as dificuldades enfrentadas pelos jovens.      O Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) é a principal porta de entrada para o ensino superior, que por sua vez, aumenta à medida que as chances do jovem se inserir no mercado de trabalho. Contudo, há vários desafios que esses encontram ao tentarem ingressar nessa nova fase da vida. Portanto, evidência-se o papel escolar e uma experiência prévia para a resolução desse entrave.

O Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) é a principal porta de entrada para o ensino superior, que por sua vez, aumenta à medida que as chances do jovem se inserir no mercado de trabalho. Contudo, há vários desafios que esses encontram ao tentarem ingressar nessa nova fase da vida. Portanto, evidência-se o papel escolar e uma experiência prévia para a resolução desse entrave. A priori, sabe-se a importância da escola na formação das pessoas. Desse modo, Segundo o sóciologo Émile Durkheim, a escola é responsável por introjetar no indivíduo as normas sociais, legais e comportamento que deve levar para o resto da vida, preparando- o, então, para as duas etapas sociais seguintes, o trabalho e o Estado. Nesse viés, precisa-se que as instituições escolares auxiliem os jovens a desenvolverem as habilidades nessesarias para o ingresso no mercado de trabalho e cultura um apresso aos estudos, já que uma sociedade hodierna exige cada vez mais de profissionais especializados. Assim, será possível mitigar os desafios enfrentados por eles. Outrossim, a Lei da Aprendizagem determina que empresas de médio e grande porte contratem aprendizes equivalente a 5% até 15% do quadro de funcionários, ou seja, ela oferece uma grande oportunidade aos jovens. Nesse ínterim, é imprescindível que haja uma prática do que foi aprendido nas escolas, haja vista que de acordo com o filósofo John Locke, as pessoas são como uma “tabula rasa” e que uma experiência auxiliar na gravação do conhecimento. Assim, ter a oportunidade de ser jovem aprendido é importante pois o jovem consegue colocar em prática o que foi aprendido e será capaz de perceber uma dinâmica que é essa nova fase da vida e se beneficiário. Em suma, o mercado de trabalho para o jovem contemporâneo apresenta dificuldades e oportunidades. Desse maneira, é mister que o Ministério da Educação, por meio das disciplinas, desenvolva atividades que ajudem na preparação dos jovens para o mercado de trabalho, com atividades em grupo, palestras e psicólogos, para que aumentem a autoconfiança, a responsabilidade e saibam confrontar novos desafios. Ademais, urge que o Ministério da Economia, por intermedio de parcerias públicas-privadas, ofereça mais benefícios, como a Lei da Aprendizagem, por exemplo, criando novos modos de inserção e diminuindo a burocracia, a fim de que aumente a quantidade de jovens empregados. Destarte, poder-se-á reverter as dificuldades enfrentadas pelos jovens.       A priori, sabe-se a importância da escola na formação das pessoas. Desse modo, Segundo o sóciologo Émile Durkheim, a escola é responsável por introjetar no indivíduo as normas sociais, legais e comportamento que deve levar para o resto da vida, preparando- o, então, para as duas etapas sociais seguintes, o trabalho e o Estado. Nesse viés, precisa-se que as instituições escolares auxiliem os jovens a desenvolverem as habilidades nessesarias para o ingresso no mercado de trabalho e cultura um apresso aos estudos, já que uma sociedade hodierna exige cada vez mais de profissionais especializados. Assim, será possível mitigar os desafios enfrentados por eles. Outrossim, uma Lei da Aprendizagem determina que empresas de médio e grande porte contratem aprendizes equivalente a 5% até 15% do quadro de funcionários, ou seja, ela oferece uma grande oportunidade aos jovens. Nesse ínterim, é imprescindível que haja uma prática do que foi aprendido nas escolas, haja vista que de acordo com o filósofo John Locke, as pessoas são como uma “tabula rasa” e que uma experiência auxiliar na gravação do conhecimento. Assim, ter a oportunidade de ser jovem aprendido é importante pois o jovem consegue colocar na prática o que foi aprendido e será capaz de perceber uma dinâmica que é essa nova fase da vida e se beneficiário. Em suma, o mercado de trabalho para o jovem contemporâneo apresenta dificuldades e oportunidades. Desse maneira, é mister que o Ministério da Educação, por meio das disciplinas, desenvolva atividades que ajudem na preparação dos jovens para o mercado de trabalho, com atividades em grupo, palestras e psicólogos, para que aumentem a autoconfiança, a responsabilidade e saibam confrontar novos desafios. Ademais, urge que o Ministério da Economia, por intermedio de parcerias públicas-privadas, ofereça mais benefícios, como a Lei da Aprendizagem, por exemplo, criando novos modos de inserção e diminuindo a burocracia, a fim de que aumente a quantidade de jovens . Destarte, poder-se-á reverter as dificuldades enfrentadas pelos jovens.