O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades
Enviada em 07/12/2020
Na obra “Tempos Modernos” do cineasta britânico Charlie Chaplin, demonstra o sistema fordista nas fábricas, na qual o operário era necessariamente especializado na realização de suas tarefas. Nesse sentido, na contemporaneidade brasileira, o preceito de que os jovens precisam ser comtemplados de experiências não se diverge. Esse quadro geral de desafios em relação a esse tópico tem como origem a desconfiança social e as condições socioemocionais que esses indivíduos enfrentam. Dessarte, entre os fatores que corroboram para que essa situação persista, pode-se destacar a desconfiança da população com a prole no mercado de trabalho, juntamente com a doença do século, a ansiedade.
A priori, as pessoas que entram no âmbito de trabalho logo após a realização de uma universidade não possuem habilidades frente ao que as negociações demandam. Por isso, existe um grande dilema entre o profissional imerso recentemente na área do trabalho e o cliente que não aceita ser atendido por um calouro da área. À vista disso, é utópico que o cidadão saiba de muitos detalhes que é adquirido com o tempo e prática do cotidiano. Ademais, esse quadro emparelha-se com o termo “Cultura do Imediatismo” do sociólogo polonês Zygmunt Bauman, uma vez que com toda essa pressão atribuída a esses adolescentes, desperta uma ânsia em querer tudo mais rápido e conforme o seu tempo. Outrossim, o campo profissional é o período de amadurecimento, dado que representa a transição de uma esfera de comodismo, o ambiente paternal, para o mercado de trabalho. Nesse encargo temático, muita insegurança surge em relação as atitudes com outras pessoas e nas realizações diárias das tarefas, o que gera muita ansiedade e, pode desencadear diversos outros impasses emocionais. Diante desses fatos, a complexibilidade de ser um indivíduo ansioso torna muito mais fatigante conseguir um emprego fixo, visto que essas pessoas podem desencadear doenças cardiovasculares conforme aos picos emocionais que apresentam.
Dado o exposto, cabe ao Poder Executivo, em consonância ao Ministério da Educação, adaptar as universidades aos critérios atuais que o mercado do trabalhador exige hodiernamente, por intermédio da prática exercida pelos alunos em aulas no comércio local, para preparar a juventude e simular os desafios que podem acontecer futuramente, com desígnio de deixar os jovens mais confiantes e passar sua confiança para as pessoas que desacreditam do seu potencial, além de acabar com o imediatismo na sociedade. Ainda por cima, é dever das Universidades criarem páginas nas redes sociais “Capacitado Em Ação”, para encorajar os novos trabalhadores a suas novas rotinas, com desígnio de acabar com toda essa ansiedade gerada por medo de julgamentos e difundir o potencial dos novos trabalhadores do Brasil.