O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades
Enviada em 13/12/2020
Na Idade Antiga,o filósofo Platão foi preso e condenado à morte por conrromper a juventude.Entretanto,o filósofo,dialogava com os jovens a busca de reflexão,aprendizado e crescimento destes, de forma que os próprios buscassem auto-aperfeiçoamento.Na comteporâneidade,de forma lamentável,os jovens pouco são estimulados a darem seu melhor.Em consequência disso,a inserção do mercado de trabalho se torna um desafio.Cabe ao Estado,assim como fez platão,proporcionar aprimoramento dessa população para que empresas absorvam esse contigente e não apena dê oportunidades temporárias.
Em primeira análise, cabe pontuar o o porquê desse jovem não estar sendo inserido no mercado de trabalho.Uma das justificativas, é a insuficiência do Estado que falha como agente disciplinador da economia,que acaba por atingir de forma cruel o jovem.Como por exemplo,o desemprego conjuntural,o qual,profissionais experientes perdem seus empregos por crises econômicas.Infelizlimente,os jovens inexperientes,competem pela mesma oportunidade com profissionais desempregados com currículo vasto,sendo portanto o primeiro obstáculo.
Além disso,nota-se,falta de políticas públicas que estimulem o jovem a obter seu melhor desempenho profissional.Por exemplo,incentivos à carreira, como premiações a aqueles que se destaquem ao longo do curso, além de privilegiar mentes empreendedoras.Em outras palavras, falta ao Estado dialogar mais com seus jovens assim como fez Platão,para entender as deficiências do processo.Com isso, lapidar o jovem para os desafios de sua futura carreira.Portanto,as empresas tratarão essa mão-de-obra como uma vantagem ao invés de um fardo.Pois saberão que estão lidando com uma juventude rica em potenciais,algo excelente para seu negócio.
Diante do exposto,é inegavel a necessidade de resolução da problemática.Faz-se necessário que o Ministério da Economia,o qual ingloba a Secretaria do Trabalho,dialogue com o Ministério da Educação.Assim então, criar um programa governamental de acompanhamento desses jovens durante e após o curso, para detectar possíveis demandas e deficiências e com isso possíveis prognósticos para essa causa.Após isso, providenciar políticas efetivas,como incentivos fiscais tanto para a pessoa física, pais,tios,vizinhos assim como para pessoas jurídicas comércios e industrias por exemplo, que queiram financiar as qualificações profissionais.Além disso, estreitar laços com empresas juniors,privilegiando os jovens empreendedores com acordos junto as empresas estatais.Espera-se que com essas medidas entre outras minimizar a problemática.