O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades

Enviada em 01/01/2021

O papel do jovem na economia é fundamental, tanto para a consolidação do indivíduo no mercado de trabalho quanto para a economia. Contraposto a isso, uma série de comportamentos podem incentivá-los ao crescimento no mercado, como iniciativas públicas e popularem, ou a falta de interesse como a carência de ações que incentivem a busca pela profissionalização. Essa dualidade entre as esferas de influência aos jovens pode comprometer a vida profissional de muito e gerar desde insatísfação da população até impactos economicos negativos.

É perceptível que, já existem muitas formas de facilitar a entrada dos jovens no mercado. Isso é visível quando é feita uma análise nas principais escolas dos Institutos Federais (IF’s) ou nos Centros Interescolares de Línguas, rede pública de ensino de línguas localizada em Brasília. Observar essas instituições é importante para verificar que o espaço entre o trabalho e o jovem vem se estreitando como nos IF’s, aonde o jovem tem aulas normais no período da manhã e a tarde ele participa de cursos profissionalizantes que são dados por professores especializados no local. Ou também como na rede de escolas de línguas em Brasília aonde há a opção para alunos mais avançados no domínio das línguas darem monitorias não remuneradas para iniciantes que apresentem dificuldades em conteúdos específicos. Essas atividades apresentam grande valor na aproximação de estudantes no mercado de trabalho já que criam senso de responsabilidade e acostumam os jovens com a rotina de trabalho nas mais variadas carreiras.

Contraposto ao incentivo governamental para a entrada de jovem está o sistema de ensino tradicional, que não conta com cursos extracurriculares ou qualquer incentivo para a vida profissional. Em grande maioria, a rede pública de ensino é feita de escolas tradicionais sem estrutura para cursos técnicos ou de ensino de línguas e isso pode criar uma grande massa de estudantes que, sem aparato economico ou conhecimento de mundo saem da vida estudantil sequer conhecendo a realidade trabalhista. Essa realidade faz com que os poucos que tem acesso a benefícios como os já citados IF’s ou Centros

Interescolares de Línguas se tornem privilegiados.

Dado o exposto é possível analisar que ações devem ser tomadas para aproximar a grande massa de jovens ao mercado de trabalho. Cabe ao Ministério da Educação, orgão máximo competente pela formação estudantil dos brasileiros, buscar maneiras de colocar mais estudantes em cursos técnicos, atravez de fundação de novas escolas de formação profisisonal em variados cursos, visando aproximar mais pessoas ao mercado. Cabe ao mesmo continuar com projetos já existentes nos IF’s. Dessa maneira os desafios para o engresso no mercado por jovens será vencido.