O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades
Enviada em 13/01/2021
A Constituição Federativa de 1988, defende o direito de qualquer cidadão o acesso ao trabalho. No entanto, no cenário brasileiro atual, essa lei não é tão bem-sucedida, quanto à questão das ofertas de trabalho direcionadas aos jovens. Sob esse viés, torna-se necessário ponderar acerca da negligência estatal e a desiguldade social.
Diante desse cenário, é relevante avaliar a falta de apoio dos governantes na disponibilização de oportunidades para a juventude no mercado de trabalho. Conforme o pensamento do filósofo Thomas Hobbes, o Estado é como uma criatura, forte e poderosa, necessária para a manutenção do convívio
social. Nesse sentido, o governo tem o poder e o dever de elaborar e destinar possibilidades que possam ajudar os jovens a ingressar no mercado trabalhista, tendo em vista os inúmeros benefícios que a ocupação profissional pode proporcionar na vida da juventude, como o desenvolvimento pessoal, aprendizado e autoconfiaça. Assim, consta-se a obrigação que as autoridades precisam ter em ofertar oportunidades de empregos para os jovens.
Além disso, cabe abordar as dificuldades enfrentadas pelos jovens que vivem em condição de vulnerabilidade social. Isso porque as pessoas das camadas mais pobres, dificilmente tem acesso à educação e decorrente a isso, encontra desafios para as ofertas de empregos destinadas, visto que grandes oportunidades necessitam de uma qualificação maior. Esse contexto relaciona-se com a ideia da socióloga brasileira Marilena Chauí, que a democracia deve ser um sistema de direitos igualitários para todos, sem ações que prejudiquem um grupo em prol de outro. Desse modo, os jovens que não teve as mesmas oportunidades que os outros, raramente conseguiram inserir no mercado de trabalho.
Dessarte, fica clara a necessidade de combater os desafios do mercado de trabalho e a destinação de oportunidades para os jovens. Portanto, o Ministério da Educação, órgão responsável pela elaboração e execução da política nacional da educação, deve criar ações que auxilie os jovens para capacitação trabalhista , por meio de cursos de qualificações profissionais nas escolas públicas e privadas, em parceria com as instituições assistenciais do governo, a fim de promover a capacitação da juventude nos empregos. Dessa forma, será possível a construção de uma sociedade mais igualitária e que pensa no futuro dos jovens.