O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades
Enviada em 14/01/2021
Na mitologia grega, Sísifo, rei de Éolo, foi condenado a rolar uma pedra eternamente. Todos os dias ele chegava ao topo, porém o cansaço fazia a pedra voltar para a base. De forma análoga, muitos jovens, após longos e fadigos anos de estudos, acabam não encontrando oportunidades no mercado de trabalho. Nesse contexto, dentre as principais causas e consequências desse infortúnio problema, destacam-se a crise financeira no país e o aumento de crimes.
De início, o atual cenário econômico brasileiro aguça o entrave. Isso porque, a partir do momento que o país se encontra em uma situação de abalo financeiro, surge as demissões em massa e os comércios começam a fechar, impossibilitando, assim, a inserção da teia juvenil nos espaços laborais. Essa triste situação é afirmada pelo economista Adam Smith, o qual diz que a crise gera reflexos drásticos na sociedade. Lê-se, pois, como nociva a percepção de que o desprovimento monetário possa gerar um efeito tão grave como o desemprego.
Ademais, segundo a Organização das Nações Unidas, a falta de oportunidades propicia o crime. Sob esse aspecto, muitos indivíduos, por não possuírem um emprego e precisar sustentar seus lares, escolhem as atividades imorais para sanar esse problema, o que afronta diretamente a Constituição, promulgada em 1988, que prevê o pleno direito ao emprego. É, portanto, inaceitável que um país signatário da Declaração Universal dos Direitos Humanos não seja capaz de garantir os direitos legislativos.
Desse modo, é preciso atenuar o empecilho. Para isso, o Governo, responsável por resolver os problemas sociais, deve fazer atividades virtuais com remunerações, por intermédio da criação de sites do Estado para exercer tal ação, na finalidade de diminuir as barreiras que impedem o meio juvenil de conseguir um emprego. Assim a questão do trabalho para os jovens irá melhorar.