O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades

Enviada em 16/02/2021

A Magna Carta brasileira garante os direitos à educação e ao emprego. No entanto, esses direitos são contestados, uma vez que, de acordo com o IBGE, o desemprego entre jovens de 18 a 24 anos chegou a 27,1%. Independentemente do fato que o mercado de trabalho está se ampliando para alcançar o jovem conteporâneo e a tecnologia possibilitou inúmeras oportunidades de emprego, deve ser observado que a falta de qualificação dos jovens para o ramo de atividades trabalhistas se tornou um desafio. Para essa questão ser revertida, a implantação de palestras voltadas para a capacitação do jovem no mercado de trabalho são necessárias, assim como a regulamentação das leis da federação.

A princípio, deve ser ressaltado que o Estado falha ao não introduzir palestras voltadas para o preparo dos estudantes em direção ao mercado de trabalho nas instituições de ensino brasileiras. Sob esse mesmo ponto de vista, deve ser constatado que nenhum empregador busca contratar um jovem inexperiente, ou seja, sem o apoio governamental nas escolas e a disponibilização de aulas de capacitação os jovens não terão nenhuma experiência trabalhista, o que acabará gerando um onda de desemprego gravíssima, segundo as pesquisas realizadas pela SCIELO, Biblioteca Virtual em Saúde, a redução do déficit educacional brasileiro resultará na redução de vulnerabilidade nos jovens e na melhora das condições na sua inserção no mercado de trabalho, ou seja, eventualmente quando a desigualdade socioecônomica do país for extinguida, as oportunidades educacionais passarem a ser igualitárias e o governo passar a preparar os estudantes do Ensino Médio para sua inserção no mercado trabalhista o índice de desemprego diminuirá.

Além disso, é de conhecimento público que a falta de regulamentação de leis que regem o sistema de educação brasileiro tem sido um empecilho na busca pela redução dos índices de desemprego no país. Isso tem como consequência a falta de compromisso dos órgãos públicos na implantação de palestras de ensino, que buscam habilitar e preparar os jovens para sua inserção no mercado de trabalho além de esclarecer suas dúvidas em relação ao funcionamento da OIT, Organização Mundial de Trabalho, e do sistema trabalhista brasileiro. Portanto, a interferência estatal é necessária e indispensável.

Em suma, com a falta de apoio governamental e a falta de regulamentação de leis, urge que o Ministério da Educação, junto ao Ministério da Propaganda, organize palestras semestrais, por meio de comerciais e pequenos anúncios, inseridos nos meios de comunicação online, para conscientizar a população sobre a crescente taxa de desemprego do país, além de promover reuniões públicas para incentivar a introdução dos jovens no mercado de trabalho, o que resultará em menores taxas de desemprego, com o efeito de criar cidadaõs mais informados e tolerantes.