O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades
Enviada em 07/04/2021
Na situação atual em que estamos, onde cobranças são maiores, e as obrigações também, vemos um declinio do sistema publico de educação, mas não por falta de vagas, mas sim por falta de investimento, por parte do governo federal, que vem deixando a educação de lado, e focando apenas no que é mais “critico”. O que faz com que mais pessoas procurem faculdades privadas, mas nem todos os brasileiros podem ter isso.
Para remediar esse problema da excassez de vagas em universidades federais, o governo criou o FIES, que seria como se o governo emprestasse o dinheiro para estudar. Mas esse sistema vem sendo deixado de lado pelo próprio governo federal, com cada vez menos contratos e cada vez menos investimento. Mas esse não é o unico problema, temos também a falta de oportunidades para ingressar no mercado de trabalho.
A falta de estrutura educacional descente e o alto desemprego, vêm de governos passados e decisões erradas, na economia do estado. Com mais empresas saindo do Brasil do que entrando, empresarios com cada vez mais medo de empreender. Uma politica cada vez mais incerta e centralizada.
Então para resolver a falta de educação e de empregos, o governo poderia reestruturar o FIES, de forma em fazer uma parceira com as empresas privadas. Propondo assim “acordos estudantis”, para que a empresa contratasse pessoal e os treinasse em parceiria com o governo, de forma que ambos os lados pagem a mesma quantidade.
Assim o governo federal não ficaria totalmente responsável pelos estudos do cidadão, além do mesmo, já estar empregado pela industria, gerando emprego e renda, beneficiando tanto a economia, quanto a educação, quanto a própria empresa que aderia a esse, reestruturado FIES. O que faria com que as empresas ganhassem um pouco mais de confiança, em vir para o Brasil, os empregos aumentassem e o sistema publico de educação, por sua vez não ficasse sobrecarregado.