O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades
Enviada em 23/04/2021
Uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) expõe que 23% dos jovens brasileiros não estudam nem trabalham. A busca pela entrada no mercado de trabalho é bastante almejada por muitos jovens, mas mesmo com a presença de leis, raros são os casos de conquista de um primeiro emprego.
Em primeiro plano, vale citar que a Lei 10.097/2000 determina que todas as empresas de médio e grande porte possuam um mínimo de 5% e um máximo de 15% de funcionários menores aprendizes com função de formação profissional. Entretanto, apesar da existência da lei, a adesão da mesma é falha por conta da desconsideração do governo perante as empresas. Essa falta de iniciativa do governo faz com que outras empresas não deem importância à lei, a teoria das janelas quebradas presente no livro “Broken windows”, de George L. Kelling, traduz perfeitamente isso.
Essa falta de oportunidade é uma das dificuldades do jovem contemporâneo na obtenção de um emprego junto de problemas socioemocionais, entre outros. E com isso o jovem acaba por perder vários benefícios do mercado de trabalho como o aprendizado, crescimento, autoconfiança e responsabilidade. As empresas também ficam em desvantagem porque deixam de obter um funcionário da geração Z que está apto a aprender e aprimorar as ideias da empresa para a atual popularidade.
Com base nisso, é perceptível que o desinteresse do governo sobre a lei prejudica não apenas o jovem, mas as empresas e logo, a economia brasileira como um todo. A atenção do governo com a situação atual mudaria tudo.