O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades
Enviada em 07/04/2021
A Constituição brasileira de 1988 assegura a todos os indíviduos o direito ao trabalho. Entretanto, na prática, tal garantia é deturpada, visto que muito jovens têm dificuldade de entrar no mercado de trabalho. Esse cenário desafiador ocorre não só pela falta de oportunidades, mas também por falta de experência dos jovens. Portanto, faz-se imperiosa a análise dessa conjuntura, com o intuito de mitigar os entraves para a consolidação dos dirietos constitucionais.
Em primeiro plano, ressalta-se que um dos principais males desse problema é a grande carência de oportunidades enfrentadas pelo jovens para ingressar no mercado de trabalho. Isso ocorre, pois muitos jovens enfrentam barreiras relacionadas a pobreza, desemprego, educação deficiente, entre outros. Quando não há uma educação efeciente, os jovens não conseguem se preparar para a vida adulta, ou seja, eles não se preparam para entrar no mercado de trabalho. Segundo a coordenadora do mestrado profissional em Economia na Insper, Regina Madalozzo, afirma que o país terá que pagar uma conta cara no futuro se não conseguir oferecer caminhos para os jovens no presente.
Paralelo a isso, destaca-se que esse problema também ocorre devido ao jovem se encontrar em um paradoxo onde é requisitado a ele experiência, porém ele não tem, por ser seu primeiro trabalho. Assim, ocasiona um desânimo o fazendo não ingressar no mercado de trabalho, causando uma queda na geração de renda do país, visto que ela depende muito da força de trabalho jovem. além disso, quando ficam muito tempo desempregados os jovens podem acabar optando por caminhos ilegais, assim acabam sendo incentivados por facções criminosas e são instruídos a cometerem crimes. Ou seja, eles que deveriam avançar a economia interna acabam a depreciando.
Portanto, é necessário que haja melhorias para amenizar essa questão. Para isso, o Ministério do Trabalho deve reformular projetos de cursos de capacitação, estágios remunerados para o jovem “ganhar” experiência, além dos projetos “Jovem aprendiz”, oferencendo mais vagas, com mais tempo para que ele alcance a experiência necessária para entrar de vez no mercado de trabalho. Só assim, poderá-se observar os direitos constitucionais na prática.