O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades

Enviada em 11/04/2021

Há uma massa de jovens que enfrentam dificuldades na procura de emprego. Tanto quanto para o jovem que procura o primeiro emprego, quanto para o graduado e até mesmo especializado. Que por vezes se vê desvalorizado e insuficiente para a inserção no mercado de trabalho. São problemas decorrentes não somente do Brasil, mas de outros países também.

Essas dificuldades ocorrem pelo fato de não haver oportunidade para uma chance de trabalho no primeiro emprego. A falta de confiança depositada no aprendiz que se encontra por certo desfolhado no mercado de trabalho. Onde o mesmo indivíduo sem experiência é cobrado dele a experiência. Deixando claro que a geração atual é a do futuro, e ela precisa estar inclusa socialmente e no trabalho para que haja um progresso no país. Deixa-se evidente as pesquisas realizadas pela empresa argentina Trendsity e McDonald’s, que entrevistaram 1800 jovens, onde 500 deles são brasileiros e responderam dificuldades apresentadas neste parágrafo.

Além da complicação na busca pelo primeiro emprego, há jovens que busquem qualificar o currículo a fim de um reconhecimento maior pelas empresas e com o propósito de obter um trabalho de acordo a própria expectativa. Em que o indivíduo se qualificou, investiu em um currículo melhor para o próprio objetivo e muitas empresas não o contrata com o devido curso superior, rebaixando o cargo na carteira de trabalho ou pagando um salário abaixo da média. Cujo se sente desvalorizado e insuficiente para o mercado de trabalho. Ademais o desestimulo do estudo, provocado pela boa remuneração ao jovem que possuí o curso técnico e ao que não possuí um curso superior. Onde 67% dos brasileiros empregados possuem o segundo grau. O que torna um problema a nível mundial segundo OCDE.

A questão de profissões depreciadas deve ser conscientizada por meio da mídia e fiscalizada pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social a fim de garantir a remuneração e cargo justo de acordo os direitos do indivíduo e empresa. E é preciso que haja mais programas de inclusão no mercado de trabalho pelo Ministério do Trabalho em conjunto ao Ministério da Educação, a fim de que as empresas contratantes participem do órgão a incentivo do jovem no primeiro emprego, afim de fornecer oportunidade para o aprendiz e confiança para a empresa que será vinculada ao programa. Como propor cursos para fins e produção da própria empresa. Como por exemplo o programa Espro que no caso é uma ONG.