O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades

Enviada em 17/04/2021

De acordo com uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) foi revelado que 23% da população dos jovens brasileiros não desempenham uma função ativa na sociedade, não trabalham e nem estudam, esses jovens ficaram conhecidos como “nem-nem”, na sua maior parte são formados de mulheres de baixa renda, entre nove países da América Latina e Caribe, o Brasil tem o maior percentual de jovens “nem-nem”. Em contrapartida, os outros 77% dos jovens são divididos da seguinte forma: 49% se dedicam exclusivamente ao estudo, 13% só trabalham e 15% trabalham e estudam ao mesmo tempo. A maioria dos jovens sonham em entrar no mercado de trabalho, mas nem sempre isso é uma tarefa fácil. A inclusão no âmbito profissional proporciona crescimento, aprendizado, autoconfiança e principalmente, responsabilidade profissional e pessoal. Diversas empresas de médio e grande porte contratam aprendizes para ganhar experiência de modo que a quantidade seja equivalente a no mínimo de 5% e um máximo de 15% do total de funcionários da empresa. Milhares de vagas de emprego são anunciadas por empresas sérias que estreitam a ponte entre o aprendizado e o mercado de trabalho, estreitando relações com escolas para proporcionar um primeiro contato dos jovens ao mercado de trabalho. Este é o caso do CIEE (Centro de Integração Empresa Escola e a Fundação Mudes); além de estabelecerem parcerias com instituições de ensino e universidades, ambas disponibilizam palestras e cursos para melhor qualificação do jovem. No fragmento abaixo, o analista de treinamento de jovens Marcelo Cunha comenta um pouco sobre o assunto: “Eles buscam informações e conhecimentos a todo momento e gostam de compartilhar. Justamente por isso, não desprezam a vivência com os demais. Ao contrário, procuram sondar os veteranos, tentando encontrar novas rotas para o esperado triunfo profissional”.