O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades

Enviada em 19/04/2021

Segundo o IBGE, durante a crise do desemprego dos jovens, o número de brasileiros entre 16 e 24 anos que não estudam e nem trabalham aumentou. Dado isso, constata-se que a carência de experiência e qualificação profissional tem prejudicado o ingresso de jovens no mercado trabalhista.

Porém, a educação nacional é mais conteudista do que prática e as matérias abordadas não refletem as necessidades do mercado. O jovem fica desesperado e não sabe como é a realidade do mercado de trabalho. A presença de preparo emocional na juventude para lidar com o ambiente de trabalho é quase inexistente. Muitos jovens não conseguem obter pleno desenvolvimento profissional e também pessoal em razão da pouca competência emocional. Podemos relacionar isso com uma famosa frase de Platão, “Todo aprendizado tem uma base emocional”.

Conclui-se então que é nítida a necessidade de garantir ao jovem sua devida inserção no mercado trabalhista, e para isso, o Ministério da Educação deveria associar, com o currículo estudantil, estudos sobre finanças e preparação para os avanços do mercado. As secretarias municipais e estaduais também devem ajudar a fornecer cursos gratuitos para especializar os jovens por meio de palestras com profissionais, mostrando a busca pela alta performance dentro de suas áreas. Essas práticas teriam um efeito considerável, já que abriria as portas do mercado de trabalho para os jovens.