O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades
Enviada em 20/04/2021
De acordo com os dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) o índice de desemprego entre os jovens está três vezes maior que o restante da classe trabalhadora. Esses dados comprovam um cenário problemático.
Ao concluir o ensino médio, o jovem deve decidir qual caminho deseja seguir. No entanto, diante da desigualdade social, é sabido que muitos jovens acabam não ingressando de imediato no ensino superior. A partir disso, um primeiro emprego passa a ser além de um desejo, uma necessidade.
Nesse contexto, vale lembrar que à luz da Constituição Federal, garante promoção do bem de todos, sem preconceitos de idade ou quaisquer outras formas de discriminação, porém, a não inserção dos jovens no mercado de trabalho viola essa garantia, uma vez que Estado é inerte perante esse embate. Esse cenário nefasto surge quando o Governo ausenta-se de investir em políticas públicas como treinamento, qualificação e cursos de aperfeiçoamento no ramo laboral para esse público. Consequentemente, pós-término do ensino médio, muitos jovens, procuram trabalho e acaba sendo discriminado por não apresentar currículo habilitado suficiente para aquele cargo. Logo, o resultado não poderia ser outro: jovens desqualificados e desempregados.
Portanto, podemos concluir que a PEA cresce em larga escala em razão desproporcional com as vagas no mercado de trabalho, o que dificulta justamente a inserção do jovem no mercado de trabalho. Para que essa patologia social seja reduzida é necessário que o Governo Federal incentive as empresas a contratação desta parte da população, e crie vagas estaduais e municipais para os mesmos, e que esse incentivo possa ser feito por meio de publicidades e palestras a fim de reduzir a número de jovens desempregados no Brasil, além disso iria desenvolver a economia do país.