O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades
Enviada em 18/04/2021
Atualmente, se inserir no mercado de trabalho é uma necessidade que se faz presente na vida dos jovens. A inclusão no âmbito profissional proporciona aprendizado, crescimento e principalmente responsabilidade. Como consequência, a concorrência aumenta. De acordo com o IBGE, em 17 de agosto de 2018, desempregados de 18 a 24 anos representavam 32% da taxa de desemprego no país, o que indica a dificuldade da juventude de conseguir um emprego formal.
É comum o despreparo nessa fase, a imaturidade e a inexperiência diminuem significativamente as chances de contratação, mas é importante citar o paradoxo da experiência exigida para o primeiro emprego. O jovem não tem como obtê-la se não for contratado. Ademais, a oferta de vagas não supre a crescente procura e as exigências não são preenchidas, o que muitas vezes leva o jovem a desistir do trabalho formal e aderir ao informal, onde a inclusão é facilitada.
Dentro do contexto de oportunidades, é determinado por lei que empresas de médio e grande portes contratem o mínimo de 5% e o máximo de 15% de jovens aprendizes dentro do seu quadro de funcionários. É importante ressaltar que essa lei exige que os jovens estejam matriculados e frequentando a escola.
Em virtude dos fatos mencionados, para solucionar tal adversidade, o governo deve expandir programas como Jovem Aprendiz, e grandes empresas devem oferecer mais vagas de estágio, de forma que os estagiários possam adquirir experiência. Desse modo, os jovens terão a oportunidade de adquirir qualificação profissional, diminuindo a dificuldade de se inserir no mercado de trabalho.