O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades

Enviada em 18/04/2021

Segundo o Ipea (instituto de pesquisa econômica aplicada) 23% dos jovens brasileiros são desocupados, ou seja, 23% dos jovens não trabalham nem estudam, um dos maiores percentuais entre a América latina e o caribe, e é provável que este número cresça com o passar dos anos, visto que, a transição de um parâmetro cômodo (referindo se ao ambiente familiar) para um ambiente exigente e competitivo como o mercado de trabalho, pode ser, alem de complexo, cansativo e extremamente difícil, devido à insegurança, falta de experiência e falta de proatividade.

Temos ciência que o jovem aspira a inclusão no mercado de trabalho, em contra partida, é uma experiência problemática apesar de recompensadora. Porem não podemos descartar a dificuldade de acesso ao mercado que uma parcela da juventude possui, onde é necessária a dependência de ações públicas que garantiriam uma oportunidade no mercado, proporcionando assim um motivo para o esforço do jovem não ser desperdiçado.

Contudo, ainda existem jovens que, mesmo com condições financeiras e familiares, ainda não possuem a coragem ou o interesse para participar do mercado de trabalho, um problema que para a solução do mesmo, teria-se de aplicar campanhas de incentivo e encorajamento para a ingressão no mercado, criando-se a longo prazo, um estímulo, ou, uma visão prolongada para o futuro da vida do jovem, criando uma visão decidida e organizada.

Com base nos argumentos levantados acima, é provável que, em planos de longo prazo, a taxa de desocupação juvenil brasileira caia, ou, desapareça, sendo crucial a colaboração de empresas tanto privadas, quanto públicas, para a transição da vida de um jovem desinteressado e preguiçoso, para, um jovem trabalhador e proativo, abrindo portas tanto para as empresas já estabelecidas no mercado, quanto para jovens que iniciaram-se a pouco na nova experiência, trabalhadora e empresarial do Brasil contemporâneo.