O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades
Enviada em 22/04/2021
Segundo o Instituto brasileiro de geografia e estatisticas (IBGE), o desemprego entre jovens na faixa etárida de 18 a 24 anos chegou a 31,4% no terceiro trimestre de 2020, sendo a mais alta desde que o governo Dilma- Temer chegou ao fim, em 2018. Mas é ainda maior entre a faixa etária de 14 a 17 anos (44,2%), jovens nessa idade, sob específicas condições, poderia muito bem trabalhar de jovem aprendiz. Permanece acima de normal entre mulheres (16,8%) entre os homens a mesma é de 12,8%. A desigualdade por cor é ainda maior, entre os negros a taixa é de 19,1% entre os brancos é 11,8%. Entre pessoas com o ensino médio e o ensino superior a mesma é de 24,3% e 17,1%, respectivamente. Sendo mais que o dobre entre pessoas com o ensino superior completo que é de 7%.
A falta de oportunidade é a maior entre as dificuldades, porem falta de experiência, ansiedade, falta de conhecimento de si própio (por a pessoa não se conhecer, não saber seus gostos e suas áreas acaba proucurando no local errado, não se adapta e acaba não sendo escolhido), saber seus pontos fracos e fortes e tambem a inexperiência e falta de ajuda e informação, são outros grandes fatores que acabam dificultando a entrada do jovem no mercado de trabalho. A crise econômica, a rotatividade, a falta de qualificação, a alta informalidade do mercado de trabalho e, principalmente, a desigualdades e a falta de uma política nacional de emprego tambem acabam atrapalhando.
Portanto, acredito que o governo federal poderia criar programas nos quais somente os jovens de certa faixa etária podem participar, para aumentar as vagas de emprego, cursos proficionalizantes tambem poderiam ser criados para o mesmo fim. Empresas no geral poderiam ser mais maleáveis com jovens, pois devido a inexperiência certas coisas e informações eles não irão saber.