O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades
Enviada em 01/06/2021
A Revolução Industrial ocorrida na Inglaterra, em meados so século XVIII, fez com que o jovem fosse inserido no mercado de trabalho, mas de uma forma não benéfica para ele, uma vez que o trabalho era compulsório e não qualificado. Isso porque o jovem não tinha acesso à educação, ou seja, não havia uma ligação entre essas duas coisas. Atualmente, percebe-se uma grande dificuldade para esse público ser absorvido pelas empresas, visto que a falta de formação e experiência pesam na hora da contratação. Nesse sentido, é possível perceber a importância do apoio governamental mediante às empresas para que os mais novos consigam uma inserção no mercado de trabalho, além de capacitação para amplicar o leque de oportunidades.
Em primeiro lugar, cabe ressaltar que a força de trabalho do futuro precisa ser preparada hoje pois, do contrário, haverá um grande deficit que afetará a economia negativamente. Por isso, é de suma importância que o Governo cumpra o que está garantido na Constituição Cidadã de 1988, no artigo 205: “O Estado deve preparar o jovem para a cidadania e para o trabalho”. Desse modo, a falta de oferta de trabalho para essa parcela da população é uma negligência contra a Constituição Brasileira.
Além disso, a evasão escolar é um outro agravante para o cenário atual, uma vez que o nível escolar é um fator crucial para que a pessoa consiga a vaga. Com isso, nota-se que, além dos poucos postos de trabalho destinados a esse grupo , ainda há o fator educacioinal, que afunila ainda mais as chances do jovem. Assim, fica claro a necessidade de que o Estado una trabalho e educação para a formação de pessoas mais preparadas para os desafios do futuro, para que elas de adequem às variadas profissões que virão, além de terem maiores oportunidades profissionais.
Portanto, e mister que o Estado adote medidas a fim de amenizar o quadro atual. Para que o jovem consiga se inserir no mercado de trabalho e ter a sua cidadania garantida, urge que os Ministérios do Trabalho e da Educação façam parcerias público privadas que ofereçam insenção de impostos às empresas que oferecerem oportunidades de primeiro emprego aos mais novos. Por meio de projetos que diniponibilizem trabalho e educação para eles, além de avaliação semestral de desempenho. Somente assim, será possível a formação de pessoas mais capacitadas para o futuro.