O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades

Enviada em 07/06/2021

A constituição federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6 o direito à emprego como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa o mercado de trabalho para o jovem contemporâneo e seus desafios e oportunidades, dificultando-se, desse modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a analise dos fatores que favorecem esse quadro, a desigualdade social e as faltas de oportunidades como às exigentes qualificações.

Em primeiro analise, deve-se ressaltar a enorme desigualdade social presente no Brasil para combater os obstáculos em relação ao emprego para o jovem brasileiro. Nesse sentido, merece a ênfase de que há uma grande dificuldade de conseguir seu primeiro emprego, onde é requisitado uma certa experiência, onde muitas vezes o jovem não tem esse experiência por ser seu primeiro emprego. A desigualdade está presente exatamente nessa situação onde jovens não tem uma experiência por muitas vezes não receberem o estudo adequado e se prejudicam com a falta de preocupação pelo próprio governo. Logo, pode ser aplicada facilmente à falta de importância dada a grande desigualdade social mostrando que a sociedade brasileira “passa a agir com indiferença em meio às situações que ele deveria dar mais atenção”, Como afirma o sociólogo Georg Simmel em “Atitude Blasé”, o que infelizmente é evidente no país.

Ademais, é fundamental apontar a grande dificuldade em questão como as faltas de oportunidades e grandes requisitos para ser contratado por uma empresa. Diante de tal exposto, é evidente uma grande exigência contratual, onde deixam jovens que têm um grande potencial para ser grandes trabalhadores para simplesmente dar a vaga para um adulto que é rotulado com portador de grande experiência simplesmente pela sua maioridade. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o estado não cumpre sua função de garantir que os jovens cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como o emprego. Logo é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.

Depreende-se, portanto, a necessidade de combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o governo brasileiro por intermédio do Ministério do Trabalho se junte para assim criar uma lei mais igualitária para todas as idades que irão favorecer o aumento dos empregos para os jovens aprendizes fazendo com que aumente os empregos no Brasil. A fim de salientar os grandes problemas atuais. Assim se consolidará uma sociedade mais colaboradora, onde o estado desempenha corretamente seu “contrato social” tal como afirma John Locke.