O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades
Enviada em 03/09/2021
Observando-se o cenário atual, percebe-se que com o advento da Globalização as relações socioeconômicas foram modificadas para se enquadrar nas exigências do novo mercado. No entanto, a maior qualificação técnica e a alta demanda de trabalhadores criou uma divergência entre a grande demanda de trabalhadores e a alta taxa de desemprego, sobretudo, entre os jovens. Nesse sentido, torna-se difícil a inserção do jovem no mercado de trabalho.
Em primeira análise, é importante observar as exigências e necessidades das empresas diante dos jovens. Consequentemente, há uma grande cobrança pela qualificação individual de cada candidato no trabalho oferecido, o que requer uma maior dedicação aos estudos, uma vez que o empregador irá optar pelo mais hábil. Dessa forma, segundo o IBGE, houve um crescimento de 17% no número de jovens que estudam mais de 11 anos para se enquadrar às exigências, aumentando assim, o número de qualificações necessárias para ingressar no mercado de trabalho.
Além disso, cada dia mais os jovens estão se especializando e adiando sua entrada no mercado de trabalho. Porém, em determinado momento surge um problema: O desemprego. Entretanto, a alta taxa de desemprego surge não só por causa da saturação do mercado, mas também, pela exigência dos jovens por altos cargos. Tal fato, é motivado pelo grande esforço feito pelos jovens durante tanto tempo. Diante disso, o mercado perde mão de obra necessária e os jovens perdem um oportunidade.
Diante do exposto, torna-se evidente a necessidade de criar medidas efetivas para solucionar a problemática. Cabe ao Ministério do trabalho, criar projetos de assistência aos recém chegados ao mercado, por meio de créditos financeiros durante a formação acadêmica. Além disso, cabe ao Ministério da educação colocar em todos os cursos superiores a obrigatoriedade de estágios básicos para auxiliar o jovem. Assim, será possível acabar com as divergências existentes.