O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades
Enviada em 27/10/2021
“[…] são jovens que têm acesso à educação de baixa qualidade e que, por isso, encontram dificuldade no mercado de trabalho.” Com essa citação da pesquisadora do Ipea, Joana Costa, pode-se perceber que o estudo - a qualificação - é um fator chave para superar desafios na inserção do jovem no mercado de trabalho. Além disso, pode-se citar a família como outra influência na vida do jovem.
Primeiramente, pode-se dizer que a vida estudantil, anterior ao mercado de trabalho, tem grande poder traçar o caminho profissional do jovem. Porém, é possível observar que o índice empregatício é maior para cidadãos que finalizam o estudo a nível de graduação: de acordo com uma pesquisa da FGV, uma pessoa pós-graduada tem 422% mais chances de se empregar do que as apenas formadas no ensino médio. Sendo assim, mostra-se que a procura por emprego após a finalização do ensino médio é dificultosa, apesar das horas gastas pelo estudante no período de estudos.
De maneira similar, cita-se a influência da família na vida estudantil do jovem. Por conseguinte, por esta ser uma das primeiras bases da vida de um cidadão, a base familiar pode ter o poder de incentivá o indivíduo a cursar o ensino superior. Desse modo, remetendo-se novamente à pesquisa realizada pela FGV, é possível dizer que esta base parental se mostrará um meio pelo qual o jovem poderá ter uma situação facilitada na busca por um emprego.
Diante dos fatos mencionados acima, faz-se necessária uma ação de capaticação dos jovens, de forma a haver uma ligação concreta de escola- empresa. Sendo assim, urge que o Governo Fereal haja, por meio do MEC, na transformação progressiva do ensino médio, de forma a haver a inclusão de matérias técnicas na BNCC, relacionadas ao ramo da tecnologia. Em complemento a isso, deverá haver um programa de estágios em empresas parceiras do Governo, de forma que o estudante poderá ter contato com algo próximo ao que se é requisitado por aquelas.