O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades
Enviada em 25/10/2021
Desde a era do iluminismo, sabe-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto, quando se refere a insenção do jovem no mercado de trabalho, esse ideal iluminista perde força e não funciona como desejavelmente na prática, e o problema segue diretamente ligado a realidade do país, seja pela alta exigência por experiência do mercado de trabalho, ou também pelas limitações de vagas dedicadas aos joven, onde o número de jovens é maior que o número de vagas de emprego, sendo assim muitos jovens acabam desistindo de procurar trabalho pelo fato da grande dificuldade encontrada.
É importante ressaltar que a questão constitucional e a sua aplicação, estejam entre as causas do problema em questão. Segundo o filósofo Aristóteles, a política deve ser aplicada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. De maneira análoga, no Brasil é possível perceber que a grande exigência por experiência por meio do mercado de trabalho rompe essa harmonia, haja visto que não há experiência sem oportunidade.
Outrossim, destaca-se também o pequeno número de vagas direcionadas a jovens, onde se torna cada vez mais difícil e concorrido para um jovem conseguir o seu primeiro emprego. Destaca-se também, as meritocracias adotadas pelos contratantes, onde em muitos casos ocorre uma certa discriminação e preconceito com jovens de baixa renda, baixa escolaridade ou jovens de comunidades e peliferias. De acordo com Durkheim, o fato social, é uma maneira coletiva de de agir e pensar, dotada de exterioridade e coerctividade. seguindo essa linha de pensamento, é possível destacar que o ministério do trabalho (MTE), tem o poder, e deve redirecionar os olhos para a questão da introdução dos jovens no mercado do trabalho, criando leis afim de que tenha mais vagas de empregos dedicadas aos jovens em diferentes áreas, onde o jovem possa trabalhar e estudar.
É evidente, portanto, que ainda há entraves para solidificação de politicas que visem a construção de um mundo melhor. Como já dito pelo pedagogo Paulo Freire, a educação transforma as pessoas, e essas mudam o mundo. logo o ministério da educação (MEC) deve instituir nas escolas, palestras ministradas por psicólogos, que visem a introdução dos jovens no mercado de trabalho, a fim de que o tecido social se desprenda de certos tabus para que não viva na realidade das trevas, assim como na alegoria da caverna de Platão.