O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades
Enviada em 04/11/2021
O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades
A Revolução Industrial surge em meados do século XVIII na Inglaterra, na qual teve como consequência o intenso êxodo rural, ou seja, a migração de pessoas do campo para a cidade em busca de melhores oportunidades de emprego. Nesse sentindo, observa-se que assim como no século XVIII, a busca para entrar no mercado profissional é uma ação constante por parte dos jovens contemporâneos, nas quais acabam por encontrar tanto desafios como também oportunidades nessa procura. Dessa forma, pode-se citar como um desafio a falta de experiência do jovem, o que dificulta sua entrada no mundo profissional e como oportunidade as políticas públicas, que facilitam o jovem a conseguir seu primeiro emprego.
Em primeira análise, a falta de experiência da juventude contemporânea acaba por se tornar um desafio para entrar no mercado de trabalho. Diante disso, percebe-se que por conta da globalização, a qualificação profissional e a experiência se tornam cada vez mais importantes para as empresas no momento de contratar seus trabalhadores. Dessa maneira, é notório que os principiantes acabam ficando em segundo plano no ramo trabalhista, o que acarreta no aumento de jovens desempregados. Em segundo análise, as políticas públicas promovem uma maior facilidade para os adolescentes adentrarem no comercio profissional. Similar a isso, a Lei 10.097 obriga que todas as empresas de médio e grande porte contratem jovens entre 14 e 24 anos como aprendizes, na qual eles terão a oportunidade de inclusão social com o primeiro emprego e de desenvolver competências para o mundo do trabalho. Com isto, afirma-se a importância das políticas públicas, já que sem elas a juventude seria uma parte excludente no mercado trabalhista.
É fulcral, portanto, que dentro do mercado de trabalho os jovens contemporâneos tenham mais oportunidades e menos desafios na procura do emprego. Dessa forma, o Estado que tem forte influência sobre o indivíduo deve promover ações paliativas focadas a esse público, por meio da criação de cursos profissionais nas escolas de ensino médio para preparar o adolescente no ganho de experiência profissional. Medida essa que coloca um ponto final nos desafios encontrados pela juventude nesse meio.