O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades

Enviada em 09/11/2021

AS DIFICULDADES DA INSERÇÃO DE JOVENS NO MERCADO DE TRABALHO

Com o advento da globalização, as relações socioeconômicas mudaram para atender às necessidades da nova globalização e do mercado de trabalho especializado. No entanto, a maior qualificação técnica e a alta demanda por trabalhadores criaram uma contradição entre a demanda por trabalho e o alto desemprego, especialmente entre os jovens brasileiros. Nesse sentido, esse paradoxo dificulta o ingresso dos jovens no mercado de trabalho e precisa ser resolvido.

Numa primeira análise, é importante observar os requisitos da empresa e as necessidades dos jovens. Portanto, os requisitos de qualificação pessoal de cada candidato ao emprego oferecido são claros, o que requer um longo período de pesquisa, pois o empregador escolherá a pessoa mais capacitada. Portanto, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o número de jovens com mais de 11 anos de estudo aumentou 17%, aumentando assim o número de mão de obra exigida pelo mercado.

No entanto, à medida que mais e mais jovens se especializam e demoram a entrar no mercado, em algum momento surge uma barreira: o desemprego. Infelizmente, a alta taxa de desemprego não ocorre apenas porque o mercado está saturado, mas também porque os jovens podem optar por não aceitar cargos de baixa e baixa remuneração porque seus esforços durante a revisão de qualificação não levam em consideração a altura. Com isso, o mercado perde mão de obra necessária para o preenchimento da base econômica, mesmo que tenha mão de obra disponível e atenda a requisitos obrigatórios.

Portanto, está claro quais medidas precisam ser tomadas para resolver o impasse. O Ministério do Trabalho cria programas de assistência aos novos ingressantes, seja por meio de créditos financeiros durante a formação acadêmica, seja por meio da promulgação de leis que incentivem a exposição ao trabalho após a formatura pela primeira vez, sem a necessidade de tal especialização em primeiro lugar. Além disso, o Ministério da Educação tem a responsabilidade de implementar estágios básicos obrigatórios em todos os cursos de ensino superior, a fim de reduzir a superioridade dos jovens no mercado de trabalho. Portanto, é possível acabar com o paradoxo existente.