O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades
Enviada em 16/11/2021
“Educai as crianças e não será preciso punir os homens”, já dizia Pitágoras, pai do conceito de Justiça. Dessa forma é possível compreender a importância da educação quando se fala sobre o mercado de trabalho para o jovem contemporâneo, seus desafios e oportunidades. Assim, é possível inferir que os principais problemas se dão pela falta de orientação e de oportunidades.
A priori, destaca-se que a orientação faz-se fundamental durante a vida e a formação do cidadão. Sendo assim, pessoas que não possuem nenhum sistema de apadrinhamento ficam prejudicadas quanto a escolha e a inserção no mercado. Prova disso é o texto publicado pela Agência Brasil, que mostrou que países com menores índices de desenvolvimento possuem mais jovens ociosos do que países mais desenvolvidos. Assim, é possível compreender a importância da orientação para as novas gerações que estão começando a carreira.
Além disso, a falta de oportunidades contribui para o aumento da dificuldade de ingresso do jovem no mercado, fator determinante para o surgimento de um sério problema: a ausência de experiência para o preenchimento das vagas de emprego. A título de exemplo, cita-se o artigo 205 da Constituição que diz que a educação deve preparar o jovem para o mercado de trabalho, porém ao terminar o Ensino Médio, o cidadão recebe um diploma, não uma oportunidade de emprego. Desse modo, o “paradoxo da experiência” se torna um problema enfrentado pelas pessoas que precisariam trabalhar para, depois, conseguir um espaço no mercado.
Diante dos fatos supramencionados, entende-se que ações são necessárias. A princípio, o Estado - na condição de manutentor da educação e economia - deve, por meio do Ministéiro da Educação, instaurar cursos técnicos nas escolas públicas a fim de que o número de cidadãos desocupados e “perdidos” ao terminar a escola diminua. Ademais, os pais devem preocupar-se em auxiliar os filhos na procura de seu primeiro emprego.