O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades
Enviada em 12/08/2022
Consoante a Constituição Federal, outorgada em 1988, todo brasileiro tem direito à inserção no mercado de trabalho e a meios dignos de obtê-la. Essa virtude é imperiosa no mundo contemporâneo sobretudo para os jovens, pois ela é um artifício de ascensão social e garantia de bem-estar. A fim de compreender mais sobre a temática, faz-se mister evidenciar os desafios e as oportunidades presentes no âmbito trabalhista, objetivando assegurar o alicerce supracitado.
Em primeiro plano, os desafios enfrentados pelos jovens no setor empregatício situam-se na estruturação atual de trabalho. Isso ocorre porque, com a globalização, houve a disseminação massiva do Taylorismo, modelo de produção que flexibilizou direitos trabalhistas, como períodos de férias e jornadas de trabalho fixas. Diante da relativação dessas virtudes, o público juvenil tornou-se desamparado e sobrecarregado psicologicamente, já que está suscetível a vivenciar momentos de estresse e ansiedade em seu cotidiano, derivados do grupo estar alheio a qualquer vínculo empregatício seguro. Logo, é crucial a solução desses imbróglios, de modo a beneficiar a saúde mental e a proteção dos envolvidos.
Em segundo plano, as oportunidades profissional proporcionadas aos jovens, abrangem a utilização de recursos digitais. Essa afirmativa é ratificada pela ideia do comunicador Marshall Mc Luhan, de que “Os homens criam as ferramentas e elas recriam os homens.” A partir disso, infere-se a crucialidade das plataformas virtuais para a inovação e a garantia de empregos, haja vista que ela amplia e diversifica as áreas de atuação dos civis na esfera tecnológica, inserindo os cidadãos em setores, como o de publicidade digital e venda on-line. Então, é fulcral incentivar o uso das redes cibernéticas, de modo a contribuir para a profissionalização dos indivíduos.
Depreende-se, portanto, a necessidade em incluir o jovem no mercado de trabalho, sanando os entraves desse setor e suscitando, com isso, oportunidades revolucionárias na vida dos cidadãos. Para essa ação, cabe ao Estado,—supremacia executiva do país—, distribuir aparelhos digitais ao civis desfavorecidos de recursos financeiros, mediante a destinação de verbas federais às secretarias municipais da nação. Isso será essencial para a promoção efetiva e igualitária de empregos, de modo a concretizar, enfim, os alicerces propostos na Carta Magna.