O mercado de trabalho para o jovem contemporâneo: desafios e oportunidades

Enviada em 04/02/2024

O artigo 6 da Constituição Federal certifica que o trabalho é um direiro fundamental do cidadão. Entretanto, a inserção dos jovens no mercado de trabalho é demasiadamente inacessível. Devida a falta de oportunidades para os iniciantes, ocorre a exclusão e até mesmo a desmotivação deste grupo social. Desse modo, o número de desempregados vem crescendo de forma comumente e, por outro lado, as empresas tendem a marginalizar jovens inexperientes de seus cargos ainda desocupados.

Na perspectiva de São Tomás de Aquino, em uma sociedade democrática, todos devem possuir a mesma importância, além dos mesmos direitos e deveres. No entanto, é indubitável a cobrança que pessoas mancebas, sobretudo mulheres – como aponta o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) –, recebem no mercado de trabalho. Tal problemática ressalta o empecilho enfrentado por muitos jovens de baixa renda e sem uma formação técnica.

Ademais, a desmotivação desse grupo social na atualidade também é recorrente do despreparo socioemocional, gerando insegurança e instabilidade no que tange ingressar na área profissional. Neste viés, há a preocupação de um conflito de gerações em ambientes que demandam profissionalismo, experiência e comunicação efetiva contra a equipe já apta, fator que reforça a exclusão dos jovens contemporâneos.

Mediante as informações, conclui-se que a problemática se trata de uma deformidade no sistema político-social, o qual não garante acessibilidade nas áreas acadêmicas e profissionais à toda população. Em suma, cabe ao Ministério da Educação aumentar a quantidade de escolas técnicas e demais cursos profissionalizantes de maneira gratuita, oferecendo uma formação superior e qualificada aos adolescentes. Em virtude disso, haverá uma capacitação profissional e socioemocional sobre o público juvenil, que se encontrará pronto e disposto para o que o mercado de trabalho espera dele.