O papel da literatura na sociedade contemporânea

Enviada em 14/02/2021

Na obra cinematográfica ‘Matilda’, a garota cresce em uma família em que a educação não é valorizada e a leitura é encarada como um artefáto desnecessário; no entanto, a protagonista discorda do que seus país pregam e procura refúgio para seus problemas familiares na leitura e em pouco tempo, ela adquire mais conhecimento que os familiares, por conta da valorização da educação. Consoante ao que é apresentado no filme, muitas pessoas negligenciam a leitur e consequentemente encaram dificuldades nos processos de escrita e aprendizado. Sob tal perspectiva, é fato que o papel da literatura na sociedade está relacionado a importância da educação e aos auxílios em transformações sociais.

Segundo Nelson Mandela, a educação é a arma mais poderosa que se pode usar para mudar o mundo. Diante do que acreditava o Ex-Presidente da África do Sul, se não houver educação, não terá melhorias no mundo, afinal, a informação é produzida por meio do conhecimento que fundamenta-se no processo de aprendizagem, iniciado a partir da capacidade individual de ler e escrever. Evidenciando, mais uma vez, o mérito da literatura no corpo social contemporâneo, pois por ser uma necessidade pessoal, o domínio da cultura letrada proporciona a manifestação de um ser dotado de pensamento crítico e consciente.

Ademais, os indivíduos que obtiverem o domínio da educação, podem conquistar informações que é o objeto que funda as desigualdades sociais por conta da globalização. Logo, admite-se que, as desigualdades socias são afloradas por conta da falta de ensino de qualidade  e por conta do alto custo de livros, dificultando o acesso para a população mais carente. Em contrapartida, Antônio Lobo, diz que: o povo que lê jamais será escravo, ou seja, o autor salienta que a leitura liberta o homem de uma situação ilusória de liberdade. A partir da leitura, o ser humano é capaz de discernir o melhor e o mais significativo e nada mais passa-lhe a ser imposto e sim, proposto.

Portanto, cabe ao Estado democratizar os livros no Brasil por meio da redução de impostos cobrados sobre livros, para que todos os cidadãos tenham a oportunidade de formular seu pensamento lúcido e, assim como admite o escritor Antônio Lobo, o povo não seja escravo e sim capaz de tomar suas próprias decisões.