O papel da mulher no futebol

Enviada em 15/03/2020

A segunda metade do século XXI trouxe inúmeras mudanças à sociedade, ao meio ambiente e à economia. No entanto, no que diz repeito aos papeis femininos sociais perpetuam os moldes engessados dando continuidade a desigualdade e a naturalidade asfixiando e dificultando a visão do papel da mulher na sociedade. Dessa maneira, o combate a esse cenário é de estrema importância.

A priori, observa-se a desigualdade entre sexos em campos gerais. De maneira análoga, esse panorama é visível em uma antiga formação social, a grega. Nesse viés, A polis omitia uma série de direito para as mulheres os quais para o sexo oposto eram reconhecidos. Por isso, o futebol tem o papel de desconstrução dessa visão, uma vez que a paixão brasileira pelo futebol proporciona uma visão ampliada, mostrando que há habilidades semelhantes em ambos os lados e que existe igualdade inerente. Dessarte, o futebol é uma forma de desestruturar esses modelos tão antigos de preconceitos.

A posteriori, notam-se os hábitos negativos  como prejudiciais ao papel da mulher no futebol. Congênere, o sociólogo Pierre Bourdieu  destaca que o ser humano é “incorporador” do meio em está inserido. Assim, um adulto estará passando as novas gerações seus ideais os quais, ao passo que se estiverem tecidos de comentários pejorativos, tendem a perpetuar ações que dificultam ultrapassar essas barreiras. Logo, as jogadoras femininas tem um papel extremamente importante nessa desconstrução, visto que a visibilidade do futebol no brasil é maior que diversos outros campos profissionais, capacitando, assim um outro sentido e percepção a essa discussão. Dessa forma, as boas de bola femininas tem um papel social de alta importância.

Portanto, o papel da mulher no futebol está repleto de significados subjetivos que devem ser perpetuados. Para tanto, o governo deve ampliar as politicas já existentes com enfase ao esporte feminino, por meio dos programas públicos de esportes, como: PELC, em que as meninas desde de crianças possam participar de “brincadeiras de meninos”, a fim de desenvolver suas habilidades e capacidades e desconstruir essas ideias ainda muitos fortes na sociedade atualmente. Outrossim, a Família deve educar os jovens de maneira mais crítica, por meio do diálogo expositivo, em que todos os membros possam participar e expor seus pontos de vista, de modo a resguardar os mais jovens de pensamentos que possam atacar ouras pessoa na sociedade.