O papel da mulher no futebol
Enviada em 01/04/2020
Na sociedade Ateniense, mesmo sendo eles os criadores da democracia, tinham as mulheres como inferiores, de modo que as mulheres não participavam das questões políticas por serem consideradas inaptas. Nesse contexto, de maneira análoga ao período citado, notam-se desafios ligados a atual situação da mulher em relação aos seus direitos, principalmente sobre a questão do esporte por passividade do governo. Logo, é notório que a falta de investimentos no setor esportivo voltado ara as mulheres contribui de maneira direta para essa situação.
Em primeiro plano, é importante ressaltar, que os espartanos acreditavam que as mulheres deveriam ser fisicamente preparadas, por isso elas se dedicavam à disputa de jogos e atividades esportivas. No entanto, apesar dos avanços em relação aos direitos femininos, segundo o estúdio R7, apenas 19% das brasileiras praticam o futebol. Dessa forma, é evidente que existe uma contradição em “o Brasil ser o país do futebol” para jogadoras femininas.
Em segundo plano, a atual conjuntura dos clubes femininos enfrenta problemas relacionados ao preconceito e no setor financeiro, de forma que faltam patrocinadores e a diferença salarial entre os atletas masculinos e femininos, em alguns casos, é de milhões de reais. Portanto, esse cenário demonstra uma enorme desigualdade entre os gêneros no setor esportivo.
Infere-se, então, que a questão do papel no futebol se encontra interligado com a falta de investimentos do setor esportivo. Desse modo, é imperiosa uma ação do ministério do esporte, que deve, por meio da ampliação no acesso de meninas nos esportes e mais investimentos nos campeonatos femininos com uma melhor infraestrutura e divulgação mitigar os índices desigualdade entre gêneros. Assim, será possível garantir uma sociedade mais justa, por conseguinte, resultar em um importante impacto para a construção da consciência coletiva.