O papel da mulher no futebol

Enviada em 06/04/2020

Deus não fez a mulher da costela de Adão apenas para conviverem e procriarem. Contudo, o papel dela no futebol é encarado como algo que  vai na contra mão da vontade Dele.

Não é mister saber que com o passar do tempo o sexo frágil tem ocupado seu espaço na sociedade. Até bem mais que a figura masculina  em alguns casos.

A guisa de conhecimento, às vésperas do Brasil deixar a velha República e começar o Estado Novo de Vargas, já havia um movimento feminino clamando à participação política no processo eleitoral. A partir de então, cada vez mais, as donas de casa conquistavam sua posição social ,seja no mundo dos negócios, na vida econômica da sociedade e até  nos esporte.

Tão certo disso, algumas  se destacaram, sobretudo no futebol, como a jogadora Marta. Num esporte que sempre foi atrativo para homens, mulheres como ela ganharam a atenção da sociedade.

A potigar Marta saiu do rincão Nordestino e alcançou projeção internacional no esporte feminino. Aliás, esta modalidade tem se consagrado como a que mais lança estrelas no mercado nacional e internacional.

Como dito na introdução, a mulher por desígnios divinos seria com seu companheiro a responsável por perpetuar a espécie, conceber os filhos e cuidá-los. Enfim, este seria seu papel se não fosse o pecado na Gênesis, o fatídico desfecho deste livro bíblico reservaria-lhe muito mais.

De fato, não apenas no futebol, porém em outras atividades elas vem se projetando, merecendo elogios. Contudo, um aspecto social ainda não está ajustado: a remuneração.

Isto posto, propõe-se aos clubes que contratam jogadoras o pagamento justo, respeitando-se a ética e sobretudo, os direitos sociais. E o Ministério do Trabalho, por meio dos seus agente públicos fiscalizaria a atividade remunerada, sob a luz da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).