O papel da mulher no futebol
Enviada em 14/04/2020
No filme “Jogo da Vida”, a protagonista enfrenta grandes dificuldades ao tentar se incluir no jogo de futebol com os meninos de seu colégio, pois para eles esse esporte estava longe de ser praticável por meninas. No contexto brasileiro atual, o reconhecimento e a igualdade das mulheres no futebol está cada vez mais distante de ser válido. Visto que a mídia enxerga o futebol masculino como mais lucrativo e a maior parte da sociedade vê como mais “emocionante”. Assim, é imprescindível a discussão do assunto, que demanda medidas eficazes no âmbito de igualdade e valorização.
Primeiramente, é válido frisar a desigualdade do salário de uma jogadora de futebol comparada a um jogador. Segundo a revista France Football, a melhor jogadora do mundo ganha 325 vezes menos que o melhor jogador. Nesse viés, é notório que desde o século XX, as mulheres vem lutando contra a diversidade.
Ademais, deve-se explicitar que a grande parcela da população não busca reverter a situação da discrepância do reconhecimento do futebol feminino. Tal estorvo advém, da imposição que a sociedade aplica sobre o indivíduo quando nasce, uma frase que se enquadra nesse dever é a: “menino brinca de futebol, menina brinca de boneca”. Sob essa perspectiva, nota-se que impor esse conceito influência na inclusão das mulheres no futebol.
Portanto, é de extrema importância que o Estado em parceria com a Mídia enalteça as jogadoras, fazendo com que elas tenham mais jogos transmitido nos grandes canais de TV. Também é importante que a sociedade se junte para assistir todos os jogos, para darem apoio e fazer com que o salário delas possa se igualar ao dos jogadores. Sendo assim, a inclusão feminina no futebol ficará distante da realidade do filme “Jogo da Vida”.