O papel da mulher no futebol

Enviada em 04/05/2020

Atualmente no  Brasil, as mulheres vêm enfrentando grandes dificuldades no que diz respeito ao futebol. A constituição Federal garante em seu artigo 5º, que todos são iguais perante a lei, sem distinção de raça, cor ou gênero. No entanto, na prática, existem problemas sociais que se opõe a essa garantia. Mesmo o Brasil tendo uma seleção feminina de futebol, onde uma das jogadoras, Marta, considerada inclusive como a melhor do mundo, esses revezes ainda são comum. Dois pilares que os regem são: O preconceito e a desigualdade salarial.

Em primeiro lugar, é importante pontuar que o preconceito ainda é colossal no que diz respeito a participação das mulheres no futebol. O filme  ela é o cara, relata a dificuldade da protagonista Viola, em ser aceita no time de futebol pelo fato dela ser mulher, fazendo com que a mesma seja obrigada a se vestir de homem para que seja a ela conferida a oportunidade de ser  aceita no time,  o que corrobora com a ideia do preconceito institucionalizado.

Em segundo momento, faz-se ainda necessário salientar que outro problema enfrentado pelas mulheres não só no  no futebol, mas também em outas áreas é a desigualdade salarial. A CLT (Consolidação Das Leis Trabalhistas), garante em seu artigo 461 que: “Sendo idêntica a função, a todo trabalho de igual valor, prestado ao mesmo empregador, no mesmo estabelecimento empresarial, corresponderá igual salário, sem distinção de sexo, etnia, nacionalidade ou idade.” Contudo, na realidade, isso não ocorre, pois a dissemelhança entre os salários pagos a homens que exercem a mesma função, em relação ás mulheres ainda é um grande problema.

Dessarte, bom seria, portanto, que o Estado, em parceria com a FIFA (Federação Internacional de Futebol), promovessem a igualdade salarial, bem como programas sociais como palestras e workshops, incentivando assim a participação de maneira mais incisiva no futebol brasileiro, sanando assim esses problemas.