O papel da mulher no futebol

Enviada em 07/05/2020

No filme de sucesso, “Capitã Marvel”, Carol Danvers é uma super-heroína que revela ao telespectador um forte senso de representatividade  e força feminina. Pois, a mesma enfrenta desafios para superar o machismo velado em sua profissão. Fora da ficção, temos outras pessoas com o mesmo papel para a figura feminina como exemplo a Marta no futebol brasileiro. Diante a isso, à, preconceitos pela sociedade contemporânea em mostrar seu real papel e a desigualdade social pelo sexo.

O preconceito com relação às mulheres acontece desde o início da propriedade privada na qual o homem as tinha como propriedade e que serviam apenas para procriar, como relata Engels (2002). Sendo assim, as elas não poderiam expressar suas vontades e eram submissas aos homens. Com isso, podemos afirmar que esse preconceito se apresenta também nas atividades esportivas, e dentre elas o futebol. Diante a isso, o machismo é uns dos preconceitos mais comum que existe, que muitas vezes começa até pelos pais usando palavras e frases que machucam e destroem o empoderamento feminino.

Segundo a revista Politize, a Copa Mundial masculina é financiada pelo valor de 400 milhões de dólares, enquanto o campeonato feminino recebe apenas 30 milhões. Por conseguinte, não só o salário é discrepante, como também o interesse público. Por analogia, desde a Grécia Antiga-quando a mulher não recebia os mesmos direitos que o homem–o corpo social já enfrentava problemas com casos de diferenças no campo de trabalho. Contudo isso, a negligência por parte do governo afeta muito no papel das mulheres desestimulando-as.

Fica evidente, portanto a necessidade de aumentar a visibilidade das mulheres nessa profissão. Sob tal ótica, o reconhecimento e apoio da família é essencial diminuindo assim o preconceito. Com isso também, cabe ao estado o papel responsável por garantir direitos iguais dentre do âmbito esportista, por meio de uma regulamentação que vise o mesmo piso salarial entre jogadores independente do gênero.