O papel da mulher no futebol

Enviada em 02/05/2020

Segundo o portal de notícias de esporte brasileiro Globo esporte, no ano de 20, o circo traz algumas das primeiras referências do uso das palavras “futebol feminino”. Que era tratado como uma performance, um show e não uma partida. Sendo assim, o mundo ainda vive com essas consequências históricas que se fazem presentes até os dias de hoje. Deste modo, o machismo vem de outras camadas da sociedade que gera uma luta das mulheres para superar o sexismo.

Em primeira análise, em 1941 o presidente do Brasil, Getúlio Vargas diz que as mulheres estavam proibidas de praticar qualquer esporte que fosse contra sua natureza. Assim, considerando um esporte violento, premeditando a preservação do corpo da mulher para não causar infertilidade, formando uma visão de que a mulher servia apenas para gerar filhos e uma naturalização de que futebol é coisa de homem. Contudo, as mulheres jogavam mesmo sendo proibidas, tinham clubes femininos e torneios locais, chegaram a regulamentação em 1983 com sua garra.

Em segunda análise, mesmo com a regulamentação da categoria feminina, ainda era usado o pensamento de sexo frágil. Sendo assim, não havia nenhuma confecção especial de roupas para as jogadoras, usavam as sobras das roupas dos homens. Desta forma, a Confederação Brasileira de Futebol criou a primeira seleção masculina em 1914, enquanto, montou um time feminino mais de 70 anos depois, em 1988. Deste modo, com muita força chegaram a rainha Marta, como é chamada pelo seus admiradores, Marta foi eleita a melhor jogadora do mundo da Fifa pela sexta vez, levando a perda do título no masculino.

Portanto, diante do machismo entenda-se o porque a luta das mulheres ocorre. É necessário que as redes de televisões, por meio de pautas sobre o assunto, principalmente durante os jogos masculinos, incentive a prática do respeito. Com a finalidade de um ambiente melhor e respeitoso das mulheres no futebol.