O papel da mulher no futebol

Enviada em 26/04/2020

A história do futebol feminino foi atrasada em relação ao futebol masculino, exemplo disso é a Copa do Mundo de Futebol, na qual o contraste da data de inauguração das duas modalidades (feminino e masculino) é de 53 anos. Nesse sentido, a participação da mulher no futebol, além de tardia, foi submetida a intensos preconceitos de uma cultura machista que, atualmente, ainda é presenciada. Em consequência disso, fatores, como diferença salarial, influencia no mercado e prestígio sociocultural na atualidade, podem ser explicados.

A princípio, o mercado futebolístico, hodiernamente, é uma das fontes de entretenimento mais valorizada do mundo. Por isso, o capital financeiro movimentado por esse mercado chega na ordem de bilhões e, consequentemente, os envolvidos nesse ambiente são muito valorizados, como os jogadores, que podem ganhar um salário de até 400 milhões anualmente. Em vista disso, o futebol feminino, por não ser valorizado e procurado nas mesma proporções do masculino, não permite igualdade de salário entre as dois gêneros, por exemplo.

Para mais, aspectos relacionados ao feminismo e à cultura popular são essenciais para promover a valorização da mulher no meio futebolístico. Nessa perspectiva, o estímulo à introdução do futebol feminino na cultura popular favorece o seu crescimento no mercado mundial, como divulgação maior de campeonatos de equipes femininas pela mídia. Além do mais, movimentos feministas combatem a cultura machista, na qual o preconceito em relação à participação da mulher no futebol é fomentado.

Portanto, a fim de incentivar o enaltecimento do futebol feminino e torná-lo parte da cultura do país é preciso que a sociedade promova discussões que fomentem a procura e reconhecimento dessa modalidade, por meio de divulgações nas redes sociais e nos canais midiáticos de esportes. Para mais, a história do futebol feminino pode ser mencionada nas escolas, por intermédio de palestras e cartazes, para difundir o movimento feminista e acabar com o preconceito em relação ao futebol feminino já entre jovens.