O papel da mulher no futebol
Enviada em 19/05/2020
Segundo Nick Couldry a desigualdade na voz condena grupos, pessoas e países à inexistência. Dessa forma, assemelhando-se ao pensamento couldryano, a desigualdade no grupo de mulheres do futebol contemporâneo condena-lhes à inexistência social. Isso posto, cabe compreender uma barreira social envolvendo todas jogadoras.
A priori, observa-se que o cenário atual no futebol é de exclusão social, envolvendo preconceito e machismo relacionado as mulheres que participam de campeonatos nacionais e internacionais. Com pouca visibilidade da mídia e da maioria da população o futebol feminino tornam-se esquecido. Enquanto o lance masculino é enaltecido mundialmente. Um exemplo de preconceito com as mulheres envolveu a Sian Massey que foi vítima de uma atitude machista e desmerecedora, pelo narrador Richard Keys e o comentarista Andy Gray, da Sky Sports, da Inglaterra.
A posteriori, na contramão dessa argumentação, ressaltando a importância da mulher ser sinônimo de representatividade. Sobretudo, randes cientistas, grandes historiadoras, como Marie Curie, pioneira das pesquisas que mudaram o ramo da radioatividade. Mulheres fortes e guerreiras buscam a igualdade social, não apenas aos jogos. Além disso na sociedade. Atualmente, na sociedade brasileira os salários envolvendo homens e mulheres é um modelo de desigualdade. Uma vez que machismo é uma superioridade, o feminismo é um movimento político em busca de igualdade entre ambos.
Diante do exposto, cabe o Estado, detentor da força democrática, intervir promovendo políticas públicas que atuem reduzindo a exclusão social entre mulheres no futebol e na sociedade. Já a sociedade por promover mudanças por meio de exigências e manifestações, a fim de promover mais igualdade entre os jogos e mais representatividade na mídia, promovendo e buscando alcançar um bem-estar social, juntos desenvolvendo técnicas para não chegar a uma inexistência social e desenvolver a chamada democracia.