O papel da mulher no futebol

Enviada em 23/07/2020

De acordo com a constituição brasileira de 1988 Art. 217, é dever do estado formentar práticas desportivas formais e não formai, ou seja, é necessário fomentar a prática feminina no futebol. Conquanto a falta de incentivo e o preconceito impossibilita  que as mulheres desfrutem muito bem desse direito. Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato para que a valorização da mulher seja alcançada.

O futebol feminino é bem menos valorizado do que o masculino, isso acontece pois, existe uma associação a determinados comportamentos que podem ser femininos e que não “combinariam” com alguns esportes, tal como acontece no futebol. a ideia da feminilidade, fragilidade e dá delicadeza muitas vezes acabam desvinculando a presença da mulher no futebol, tirando assim o treino, força e a resistência da própria mulher, dessa forma acabamos criando uma ideia totalmente incoerente que os homens são mais capazes do que as mulheres em determinadas atividades. Claramente é um grande problema para as mulheres, que  faz parecer que esse preconceito seja cada vez mais comum. E isso é muito prejudicial, não só para as mulheres como também para o Brasil em si.

Além disso, o Brasil tem um desequilibrio muito grande em relação ao esporte. Uma pesquisa feita pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica), em março de 2010 comprova que mulheres ganhavam 72,3% do sálario de um homem e isso inclui no futebol também.

Portanto, ainda há como garantir a solidificação do futebol feminino no Brasil. Por meio de projetos voltados para a formação de equipes femininas bem como também o incentivo a prática esportiva com foco nas mulheres. Tais ações devem ser feitas pelo Ministério da Cidadania que deve mobilizar todas as regiões brasileiras na adoção e prática do futebol feminino e assim mitigando o preconceito existente  e logo as mulheres poderam ter maior participação no futebol.