O papel da mulher no futebol
Enviada em 14/10/2020
De chuteira e salto alto
‘‘Dizem que mulher é o sexo frágil, mas que mentira absurda…’’, no trecho da música de Erasmo Carlos, nota-se a afirmação do mito da mulher frágil. Paralelamente, no mundo atual existem muitas discrepâncias no que tange igualdade entre homens e mulheres; sendo o futebol um exemplo, em que a cultura do machismo desencadeia diversos fatores que prejudicam o progresso do esporte feminino.
Em primeiro lugar, é preciso reconhecer um atraso temporal na efetivação das mulheres no universo do futebol profissional, sendo a primeira partida
oficial de futebol feminino no Brasil em 1921. Então, essa diferença moldou certas características como a falta de incentivo social e econômico. Logo, o esporte mais popular do mundo, possui a necessidade de avanços que possam fortalecer o lugar das mulheres, sendo, portanto, estimulado, praticado e reverenciado, independentemente de gênero.
Desse modo, é necessário romper tabus de ‘‘seres exóticos’’ em campo, pois, um dos dilemas dos esportes é a inclusão e integração. Consoante, Carlos Drummond, expôs em um de seus poemas que existem situações na vida que apresentam-se como pedra, ou seja, um empecilho. Assim, para remover tais obstáculos que bloqueiam a ascensão do futebol feminino, empresas privadas, sociedade e mídia devem cooperar para à valorização: investindo em patrocínios, desmistificando preconceitos enraizados e transmitindo campeonatos femininos na tevê.
Fica nítido, portanto, que o futebol feminino devido ao atraso de sua efetivação, sobretudo, a cultura do machismo ainda busca o seu lugar de destaque. Logo, barreiras como o machismo que causam preconceito e submissão devem ser combatidas por meio de políticas que levam a estimulação, como por exemplo maiores investimentos de grandes marcas, como o do Guaraná Antarctica, ocasionam maior visibilidade e prosperidade orçamentária. Com resultado, essas ações devem tornam o futebol feminino valorizado, tão quão, o masculino.