O papel da mulher no futebol

Enviada em 09/12/2020

De acordo com a Declaração Universal dos direitos Humanos,promulgada em 1948 pela ONU(Organização das Nações Unidas),é direito de todos os cidadãos, sem qualquer distinção cultura,saúde e bem-estar. Todavia, o cenário visto pela atuação da mulher no futebol impede que isso aconteça na prática,devido não só pelo assédio como também pelo machismo.

Segundo pesquisa do IBGE(Instituto Brasileiro de Pesquisa e Estatística) publicada em março de 2010, as mulheres ganham 72,3% do salário de um homem, que ocupa o mesmo cargo e possui a mesma escolaridade ou menos. De fato que o poder público não cumpre seu papel enquanto agente fornecedor de direitos mínimos, uma vez que as mulheres sofrem assédios nos campos. Dessa maneira, percebe-se que essa inaceitável questão de vulnerabilidade das jogadoras configura, não só um irrespeito colossal mas também uma desvalorização descomunal e que, portanto,deve ser modificada em todo território nacional.

Outrossim vale ressaltar que a situação é corroborada pelo machismo, no período de 1941 à 1979 existiu uma lei no Brasil que,proibia as mulheres de praticar esporte que exigem força,incluindo futebol. Entretanto essa realidade mudou! Mas muito ainda precisa ser feito para que o fim do machismo deixe de ser uma utopia.

Sendo assim,é necessário que o governo em parceria com o ministério do esporte e FIFA financiem palestras em escolas, empresas e nas mídias, uma vez que a mídia geralmente mostra habilidades masculinas, sendo que as mulheres possuem as mesmas habilidades. Ademais é necessário a implementação de lei que ofereça a liberdade e o reconhecimento em campo das mulheres. Nesse sentido o intuito de tal medida é apresentar desde os mais jovens, que lugar de mulher é onde ela quiser, como na copa da Russia que ja mostrou isso nas transmissões, bastidores, torcida e em campo.