O papel da mulher no futebol
Enviada em 05/02/2021
No dia sete de julho de 2019, a seleção americana de futebol feminino, conquistou sua quarta copa do mundo. Visto isso, em um meio altamente machista, a valorização das mulheres na participação efetiva do esporte jogado com os pés, já deveria ter ocorrido a bastante tempo. Isso se deve, primeiramente, pelo sexo feminino gostar tanto quanto do esporte aos homens e pelas mesmas poderem gerar ganhos econômicos através do esporte.
Ademais, em 2019, a brasileira Silvia Grecco ganhou o prêmio Fifa The best para torcedores que se destacaram no ano. Assim sendo, a mesma é mãe de Nickollas, que possuí dificiência visual. Dessa forma, a mulher vai aos jogos do palmeiras e os narra para seu filho todas as vezes. Mediante ao exposto, percebe-se que as mulheres gostam tanto quanto os homens do esporte, visto isso, as mesmas iriam se identificar de forma efetiva com as jogadoras, assim como os homens fazem. Entretanto, os investimentos em atletas femininas jogadoras do trento é risível em comparação aos homens. Como resultado, poucas pessoas se interessam pelo futebol feminino.
Em vista de todo o caso, a americana Megan Rapinoe, eleita a melhor jogadora de futebol de 2019 disse: “Não vou à Casa Branca visitar quem não merece respeito”, se referindo ao presidente Donald Trump, que não convidou a delegação feminina a ir visitar a habitação do governo executivo americano. Em sequência, é evidente que até mesmo os governantes não percebem o valor do sexo feminino no esporte. Consequentemente, o valor monetário do futebol feminino não é explorado de forma incisiva para a produção de milhares de empregos, dando oportunidades as pessoas que possivelmente entrariam em situações de crime fora do esporte, por exemplo. Indubitavelmente, em países emergentes e até mesmo em potências como os EUA, a oportunidade de criar mais um impulso a economia que valoriza a participação do sexo feminino é amplamente disperdiçado.
Enfim, para que tal problema acerca do futebol feminino seja resolvido, medidas devem ser tomadas para garantir o papel das mulheres em tal esporte. Tendo em vista isso, a CBF, orgão que administra o futebol brasileiro, deve criar iniciativas junto a secretária da cultura e o ministério do esporte para valorizar a bola nos pés das mulheres, aumentando os prêmios das competições nacionais femininas através da própria confederação e bancos governamentais. Além disso, os clubes que apresentarem uma base forte, que demonstre resultados e apoie as jovens jogadoras, devem ter descontos de impostos ligados ao mundo da bola. Enfim, mais mulheres terão orgulho de sua participação no futebol feminino.