O papel da mulher no futebol
Enviada em 05/10/2021
A Constituição Federal de 1988 prevê o trabalho como um direito essencial à vida, garantido mediantes políticas públicas que visem o bem estar social. Entretanto, as intempéries diante do papel da mulher no futebol, contrariam a Lei Maior de 88. Com efeito, discutir acerca do machismo estrutural enraizado na sociedade brasileira o impactos que a participação feminina no futebol promove para o país é a medida proposta.
Decerto, é importante ressaltar que não é novidade que o sexo masculino é considerado “mais forte, apto” em determinadas situações e que para as mulheres são impostos os papeis de mãe e dona do lar. A esse respeito, na Grécia Antiga, no mundo espartano, reforçando o seu caráter militar, os espartanos acreditavam que a mulher deveria ser fisicamente preparada para que pudesse dar origem a indivíduos aptos para compor o exército daquela cidade. Seguindo essa linha de pensamento, é muito comum que homens com comportamentos patriarcais projetem em mulheres esse tipo de alusão, toda vez que uma mulher se destacar em alguma carreira alguem sempre vai tentar diminuir suas conquistas.
Outrossim, a participação feminina no futebol vem ganhando força no ambiente brasileiro com muitas conquistas, pórem, as atletas precisam de condições melhores. Nesse sentido, a Marta- jogadora da seleção feminina de futebol- foi considerada a melhor jogadora de futebol do mundo, entretanto, a discrepancia entre os sálarios das mulheres e dos homens nessa área so confirmam o machiso associado ao futebol, visto que, fazem as mesmas coisas, mas as marcas ainda privilegiam os atletas do sexo masculino.
Portanto, fica claro que é necessário aumentar a visibilidade das mulheres nessa área. Nessa perspectiva, o Governo Federal-órgão de relevância nessa temática - deve regulamentar uma espécie de piso salarial entre os jogadores com o objetivo de diminuir a diferença salarias entre esses grupos. Assim sendo, tal Lei irá assegurar a valorização dos dois gêneros nessa profissão.