O papel da mulher no futebol
Enviada em 10/03/2022
Atualmente, no cenário brasileiro é muito comum e predominante a presença masculina no futebol, mas também existe a seleção feminina que juntos compõem o ‘‘país do futebol’’. Entretanto, como em todos os setores da sociedade as mulheres sofrem desigualdade, e nos campos não é diferente: salários menores, preconceito por o futebol não ser algo que mulheres jogam, segundo a sociedade conservadora, e menores audiências.
Neste horizonte, segundo o tema ‘‘gênero’’ em sociologia que é abordado a origem desta palavra, a qual é um conceito criado pela sociedade conservadora que fez sugerir coisas de menina e de menino. Por conseguinte, as ‘‘coisas de menina’’ não abragem esportes como o futebol -sendo considerado masculino- então, é a partir disto que as jogadoras que já eram poucas no âmbito futibolesco começam a desistir de seus sonhos e sofrem preconceito por praticarem um esporte masculino.
Destarte, o que pode ser feio é a uma maior representatividade feminina no futebol, para desmistificar a figura de que as mulheres são do sexo frágil e por isso não consegem jogar tão bem quanto os homens. Desta forma, com uma maior representatividade as meninas são encorajadas a realizaram seu sonho de ser jogadora, e haverá uma maior igualdade de gênero, mas para que isso ocorra o Poder Legislativo deve intervir.
Infere-se, portanto, que o Poder Legislativo deve incentivar as meninas com o sonho de ser jogadora, contratando professores que ensinem gratuitamente e as levem para campeonatos que as dã visibilidade e portas para uma carreira, além de fazer campanhas que atingem a todos, principalmente meninos, a qual o lema da campanha será: ‘‘joguem juntos e diga não a diferença de gênero’’. Logo, ao padronizar o futebol haverá uma maior igualdade de gênero, menor preconceito e um público feminino pronto para conquistar medalhas de ouro nas olímpiedas.