O papel da sociedade na ressocialização de pessoas privadas de liberdade
Enviada em 10/11/2025
Segundo Jonh Rawls, “É dever do estado garantir liberdade básica e igualdade à toda população”. Tal afirmação se encontra como necessária quando abordamos a ressocialização na socidade dos indivíduos que já foram julgados à presídios, e ao sair, encontram diversas dificuldades para se encaixarem novamente, para possuír um cargo social, que advém das adversidades de conseguir um emprego, e do enorme enfrentamento na luta contra o preconceito.
Primeiramente, é notório que muitos que já estiveram em penintenciárias buscam realocar suas vidas novamente, começar do zero, deixando o passado para trás. Porém, na prática, a obtenção de um emprego no mercado de trabalho a esses é muito dificultosa, fazendo com que muitos cometam deslizes e voltem para a “vida do crime” para poder sobreviver. No entanto, caso houvesse incentico do governo para que empresas que contratem essa mão de obra , muitos crimes poderiam ser evitados no Brasil.
Outrossim, o preconceito se torna um fator primordial que dificulta ressocialização desses que já foram privados de liberdade. É primordial que instituições de ensino adequem seus estudantes a serem mais empáticos e crerem que realmente as pessoas podem mudar e agregar mais valores para a sociedade. Nelson Mandela afirma que “A educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo”, pensamento que é capaz de reestruturar a relação entre pessoas e ex-presidiários.
Em suma, considerando os aspectos mencionados, fica evidente a necessidade de medidas que revertam essa problématica do tratamento indevido com os que já estiveram privados de liberdade. No entando, empresas privadas devem ser orientadas e beneficiadas por um poder legislativo em contratar os que precisam ser ressocializados, somado com investimentos do Estado em instuições de ensino que promovam a maneira de tratamento da população com os ex-dententos. Só então seremos uma sociedade mais acolhedora e consequentemente um país modelo.