O papel da sociedade na ressocialização de pessoas privadas de liberdade
Enviada em 12/03/2026
Este romance brasileiro de 1980 expõe as péssimas condições de vida dos moradores de cortiços cariocas. Ele ainda aborda questões como escravidão, pobreza, habitação, homossexualidade e desigualdade social. Fora da literatura e nos tempos atuais pessoas que são partes de uma minoria, acabam muitas vezes sendo marginalizados e vivendo à margem da lei, e após cumprir com seus delitos, são taxados e discriminados pelo fato de serem ex-detentos, assim tendo dificuldades de si reintegrar em todos os âmbitos da sociedade.
Diante disso é evidente que na sociedade brasileira de hoje muito por conta de frequentes casos de violência e uma real ignorância do verdadeiro objetivo das penitenciárias as pessoas acabam sendo mais preconceituosas e dificultando ainda mais um processo que já é difícil por si só que é a ressocialização, esse preconceito vem de uma cultura punitivista, como disse Thomas Hobbes “O objetivo da punição não é a vingança, mas a correção do infrator”.
Sob essa lógica a sociedade deveria se esforçar para que tais pessoas que muitas vezes já faziam parte de uma parcela da sociedade que vive vunerável e agora tem mais um obstáculo para sua reintegração, que é a taxação e o preconceito pelo crime cometido no passado, indepentende do que foi antes cometido, qualquer um tem o direito de ter uma vida social, acadêmica e profissional.
Em virtudes dos fatos é obrigação governos federal e estadual em especial respectivamente Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN) e Secretarias de Administração Penitenciária (SAP) não apenas oferte oportunidades de estudo e preparação profissional, mas também incentive os penitenciários a praticas essas atividades ofertadas,com intuito de facilitar a reintegração dessas pessoas na sociedade e para elas não optarem novamente para atitudes criminosas.