O papel das startups de educação no Brasil.
Enviada em 15/04/2020
Startups e a nova era da flexibilização e facilitação
O avanço e a popularização da internet permitem a sua utilização para diversos fins. Dentre eles, pode-se citar a educação e o aprendizado, os quais vêm ganhando mais força no mundo online por meio de aulas em vídeo, conteúdos em PDF ou até mesmo por aplicativos dinâmicos, de acordo com o IBGE. Tudo isso vem promovendo a maior procura de pessoas que buscam aprender por essas startups, buscando melhor aprendizado e com mais facilidade.
Em primeiro lugar, pode-se citar a preparação para o vestibular. Segundo o site do Ministério da Educação, milhões de jovens se inscrevem no Exame Nacional do Ensino Médio ao ano e o exame exige muita dedicação. Com isso, os jovens se ingressam em cursinhos físicos e, no entanto, muitos procuram plataformas digitais para complementar os estudos, segundo a Pearson. Tal realidade faz com que haja maior participação das startups na formação educacional desses jovens.
Além disso, existem outros desafios que as startups estão demandando. De acordo com o G1, as pessoas procuram cursos diversos variando desde cursos de formação até cursos de aprimoramentos. Todavia, possuem dificuldades com horários para realizá-los. Diante disso, aumentou a procura por aplicativos e ofertas online de cursos à distância, os quais favorecem tais dificuldades com horários, permitindo uma melhor flexibilização deles.
Em detrimento dos fatos citados, é importante um maior avanço de conhecimentos por parte dos educadores na realização de cursos de plataformas digitais e criação de aplicativos. Tais medidas seriam eficientes para aumentar cada vez mais a utilização de startups com o objetivo de facilitar o campo educacional, e até mesmo familiarizar o educador com os meios tecnológicos em questão.