O papel das startups de educação no Brasil.
Enviada em 06/09/2019
A Constituição brasileira formulada em 1988 garante um dos direitos fundamentais para a formação da conjuntura intelectual humana, a escolaridade. No entanto, a administração governamental não priorizou esse setor, que sofre com a falta de recursos e qualidade, porém, modificações na estrutura tradicional escolar realizadas por startups, proporcionam uma mudança significativa no nível de inovação e educação do país.
Primeiramente, mesmo que, o nível de escolarização tenham aumentado ao longo do histórico brasileiro, não possui qualidade desejada e não atingem toda a camada social, refletindo no baixo desenvolvimento do país, que sofre consequências diretas da qualidade de ensino. Essa afirmativa, é evidenciada nos dados disponibilizados pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico, que explanam a péssima colocação do Brasil no ranking de índice de educação, ocupando o penúltimo lugar. Isso, só evidencia o descaso com o sistema de ensino do país.
Além disso, as novas implementações de startups no mercado, tem tentado amenizar os problemas enfrentados pela educação pública. Como exemplo, as plataformas virtuais de ensino que flexibilizam e aumentam o tempo e o alcance educacional, respectivamente. E, também, os métodos inovadores de aprendizado, como jogos eletrônicos e aplicativos que abordam áreas da grade curricular. Já que, na atualidade, os métodos tecnológicos são indispensáveis, a adaptação desses ao ensino é crucial para acompanhar esse desenvolvimento.
Sendo assim, fica evidente a deficiência do ensino público e a necessidade de difusão de métodos inovadores que corroboram para a diminuição dessa problemática. É, portanto, dever do Governo, por meio do Ministérios da Educação conjunto com o da Tecnologia e organizações não governamentais, incentivar a criação de novas startups e aumentar a visibilidade das já existentes, fazendo-os, tanto com ajuda financeira, quanto com imersão desses ideais nos polos tecnológicos e escolas, para estreitar a relação dos estudantes com os projetos. Tudo isso a fim de promover uma melhor educação e em consequência formar profissionais que futuramente farão a gestão do país de forma pertinente.